"VG 3000 SuperGame CCE" na década de 80? Foi um dos sucessos da época, os meninos adoravam brincar. Quem tinha?
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terça-feira, 25 de outubro de 2016
domingo, 3 de julho de 2016
Nintendo NES
Quem se lembra do "Nintendo NES" na década de 80? Nintendo Entertainment System, ou simplesmente NES (no Brasil apelidado como Nintendinho), é um videogame lançado pela Nintendo na América do Norte, Europa, Asia, Austrália e Brasil. Originalmente lançado no Japão em 1983 com o nome de Nintendo Family Computer, ou apenas Famicom, o sistema foi redesenhado e recebeu o novo nome para ser lançado no mercado americano em 1985.
O NES/Famicom foi o videogame de maior sucesso comercial na sua época, ajudou a indústria de videogames a se recuperar da crise de 1983 e estabeleceu novos padrões que seriam seguidos pela indústria. Também foi o primeiro console a ser produzido por terceiros, o que ajudou a divulgar o sistema em todo o mundo. O NES também foi um dos primeiros consoles a se apoiar em jogos feitos por terceiros (não só pela própria fabricante). Seu código de modelo é NES-001.
sábado, 2 de julho de 2016
VG 3000 SuperGame CCE - 1980
Quem se lembra do "VG 3000 SuperGame CCE" na década de 80? Foi um dos sucessos da época, os meninos adoravam brincar. Quem tinha?
sexta-feira, 2 de outubro de 2015
Lembram das Vídeolocadoras de games?
E ai gurizada beleza?!, hoje vou falar de um lugar que fez parte da minha infância e de muitos outros que leem o blog, espero que gostem.
Para quem nasceu ai nos anos 80 e comecinho dos 90, deve se lembrar das nossas queridas, amadas, cheirosas Vídeolocadoras.
Era o point de encontro dos gamers, aonde você achava revistas com cheats, detonados, ou mesmo aquelas “ajudinhas” para passar aquela fase FDP, que te impedia de ser feliz. Mas nããão não era só isso, sempre tinha aquele cantinho aonde você podia jogar os consoles mais bacanas da época ou os novos lançamentos e ver se valia apena aluga-los pelo final de semana, sim final de semana, pois não adiantava muito alugar um jogo na segunda para devolver na terça, o negócio era alugar no sábado cedo, tipo, junto com a hora que o tiozinho abria as portas e correr para casa e jogar até na segunda a tarde, e chegar para devolver poucos minutos antes do tiozinho fechar as portas, e quando a locadora tinha aquela famosa promoção? ALUGUE DOIS JOGOS NA SEXTA E SÓ DEVOLVA SEGUNDA, ai sim, ai valia muitíssimo a pena, isso quando não nos empenhávamos em pagar a multa para poder ficar com os games mais um dias (ahhhh quantas vezes fiz disso).
As prateleiras divididas por plataforma exalavam aquele delicioso cheiro de diversão. Dum lado Snes, do outro Mega drive, em um canto os jogos de NES, em uma prateleira os poucos títulos disponíveis para Master system (aqui era assim). E com a evolução dos consoles, começaram a chegar os primeiros jogos de Nintendo 64, ahhhh aquele banjo e Kazooie que aluguei uma centena de vezes, sempre rezando pra ninguém apagar meu save, logo depois os primeiros títulos de PSone, sempre que mudava de geração, aqueles títulos que já não eram mais tão procurados acabavam sendo vendidos, até que um console já não tivesse mais jogos disponíveis para aluguel, ai meus queridos começou o declínio da nossa geração de “alugadores” de fitas.
A pirataria se intensificou em cima dos jogos em Cds e mais tarde em Dvds, pois era muito mais fácil copiar um jogo de um Cd para outro do que ter que fazer um cartucho novo, aqui na minha região vimos até o começo dos jogos do PS2 depois, nada mais, morreu por ali, ainda hoje algumas locadoras de filmes (poucas remanescentes) alugam alguns jogos de Play 4 ou Xbox one, mas são raras exceções.
Tá ai uma coisa que as novas gerações de gamers nunca saberão como é, acordar cedo no fim de semana, correr para a locadora, aos pulos, de skate, de busão, com a carona do pai, não importava, o negócio era chegar lá antes de todo mundo só para garantir aquele jogo que você
esteve pensando a semana inteira, e poder joga-lo até seu fim, nem que você não dormisse aquelas duas noites, ou não almoçasse, sim os casos eram extremos, como muitos jogos não tinham save, nem password, o negócio era jogar do começo ao fim em uma sentada.
esteve pensando a semana inteira, e poder joga-lo até seu fim, nem que você não dormisse aquelas duas noites, ou não almoçasse, sim os casos eram extremos, como muitos jogos não tinham save, nem password, o negócio era jogar do começo ao fim em uma sentada.
Um dos motivos que faço esse post é justamente para relembrar dessa época em que a gente vivia sim, jogava muito mais, se divertia muito mais, os desafios eram maiores, o tempo era maior, sem dúvida, para quem viveu essa época é muito bom essa lembrança, então meus amigos old (but gold) gamers, Abraço gurizada!
domingo, 30 de agosto de 2015
quinta-feira, 21 de maio de 2015
Console retrô japonês roda praticamente qualquer jogo
A japonesa Cyber Gadget anunciou o desenvolvimento do Retro Freak, console que promete rodar jogos clássicos de diversos videogames antigos, incluindo os portáteis. em alta resolução (720p).
O Retrofreak é um verdadeiro canivete suíço dos consoles que pode ser considerado até superior ao já impressionante Retron5, pelo menos no que diz respeito aos tipos de cartuchos que são compatíveis com eles.
O aparelho tem compatibilidade com as fitas das plataformas Famicom, Super Famicom/SNES, Genesis/Mega Drive, PC Engine/TurboGrafx-16, PC Engine SuperGrafx, Game Boy (Color/Advance).
O videogame pode ser conectado à uma TV utilizando um cabo HDMI e traz na caixa dois joysticks que lembram os controles do SNES, além de uma memória interna para salvar o progresso nos jogos e até mesmo instalar alguns cartuchos.
O preço também não foi divulgado. O lançamento do Retro Freak ainda não tem uma data definida.
sábado, 21 de fevereiro de 2015
Top 10 Piores Consoles de todos os tempos
Tem muito jogo ruim por ai, isso todo mundo sabe, mas tem empresas que passam dos limites, investem milhões, pesquisas de mercado, fabricação, propaganda, marketing, contrato com empresas desenvolvedoras, tudo isso... pra lançar um vídeo game de merda!
É verdade que no passado muitos consoles falharam, seja por uma biblioteca fraca de jogos, ou mesmo porque a concorrência era muito forte, como o coitado do Sega Saturno, mas hoje vamos falar daqueles que não seriam boas escolhas, nem comparando com o Polystation! Simbora:
10. Sega 32X
Em 1994 (um ano bonito) tudo estava mudando, estava pra chegar o Playstation, o Nintendo 64, e até mesmo o sucessor do Mega Drive, o Sega Saturno, ao invés de ficar dinheiro e propaganda no novo console, a Sega resolveu tentar dar mais uma vida ao seu Mega Drive, lançando este bizarro acessório, o 32X:
Sua função era dar os tais 32 bit de poder ao Mega, e conseguiram alguns jogos legais como Virtua Fighter e Knuckles chaotix... mas além de ser um fracasso retumbante, afinal, os novos consoles estavam pra sair e nenhuma empresa ia ficar fazendo jogos pra um acessório que ninguém comprava, os próprios jogos erma fracos, e bem escassos. Primeira pisada na bola da Sega que mais tarde tiraria ela do mercado de consoles.
9. Atari 5200
Um marco não só na história dos games, mas do entretenimento como um todo, o gigantesco sucesso do Atari 2600 fez nascer uma indústria para os jogos. No início dos anos 80 porém a gigantesca quantidade de jogos ruins fez o mercado despencar. A Atari, que ainda tinha o velho 2600, e 2 linhas de computadores pessoais, resolveu lançar no mercado o sucessor do console , o 5200 (sim os nomes são muito estranhos xD).
O problema é que a empresa não podia dar suporte necessário a tantas plataformas, as empresas estavam superlotando as prateleiras com jogos repetidos, e de qualidade duvidosa. Mas o coitado do 5200, além de ter gráficos que em nada "revolucionavam" o antecessor, só possuía versões novas dos jogos mais clássicos do primeiro Atari, E seu controle tinha sérios problemas, o Joystick quebrava facilmente (o que já impede o console de ser jogável) e o design era ridículo,... pelo lado bom, foi o primeiro console a trazer o botão de pausa!
8. Gakken TV Boy
Falando em designs ridículos, o pior era o Gakken TV Boy, sério, olha só pra essa desgraça:
Em 1983, a Nintendo ressuscitou de vez o mercado de jogos com seu Famicom lá no Japão(o NES), tradicionalmente o berço dos videogames (é sério, todos os clássicos são de lá). E desde sempre surgem os copiadores, como o TV Boy.
O Joystick em formato de 'T' fica preso na carcaça, com 1 botão do lado, na esquerda do aparelho tem esse "telefone" ai pra você pode apoiar a mão, e ainda mais um botão. Com poucos,e ruins, jogos (como versões de Frogger), o console logo foi esquecido, mas seu design de tão feio até tem charme xD
7. LJN Video Art
Empresas desistam dessa de "Coisas educativas", você pode fazer um jogo educativo (tem vários otimos), aplicativos educativos, mas não uma maquina inteira dedicada a isso. E foi o caso do LJN Vídeo Art, um console de pintura educativo.
Lançado em 1987, era parecido com o Paint do Mac ou Windows, e alguns jogos de matemática, história, etc. O controle era uma alavanca que fazia tudo, menos desenhar direito, o que era a base de um aparelho que na teoria era pra isso. Tem a mesma qualidade dos jogos publicados pela LJN, "clássicos" como De volta para o Futuro, Karate Kid e Bettlejuice de NES.
6. Apple Bandai Pippin
Pois é, se você é daqueles que torciam pra Apple fazer um console, saibam que ela já tentou fazer um, e foi uma merda sem tamanho.
O Pippin era um projeto parecido com o Android, onde qualquer empresa poderia licenciar essa plataforma de produção, e fazer um aparelho. A primeira que arriscou foi a Bandai, que resolveu criar um console, baseado nesse sistema parecido com o Machintosh.
O aparelho saiu em 1995, com uma minuscula biblioteca de jogos, todos da Bandai, e mesmo que a empresa tenha feito ótimos jogos de Dragon Ball no Super Nintendo, seu console não teria sorte, tinha jogo de pintura, jogos educativos... e não vamos nos esquecer que em 95 o Playstation já estava no mercado, não tínhamos mais espaço pra consoles ruins. Como ponto positivo, ele se conectava a internet, vinha com modem, e seu console possuía um pad pra navegar como mouse.
5. Philips CD-i
A Philips também já tentou sua sorte fazendo joguinhos, sua tentativa foi tímida, lançado em 1991, o CD-i era primordialmente um tocador de CDs e DVDs, coisas modernosas na época, de última hora porém, eles resolveram adicionar no nome o "Interactive", e colocar alguns processadores para jogos, além de aplicativos de computadores. Mas era um aparelho muito fraco pra isso, e os produtores dos poucos jogos disponíveis sempre reclamaram das limitações.
O maior pecado porém, foi que a Philips tinha feito um acordo para produzir um acessório de CDs para o Super Nintendo, quando o acordo não deu certo, a Philips conseguiu uma licença para produzir jogos no seu próprio console, o CDi, inspirados nas franquias da Nintendo, e tivemos os piores jogos com personagens Nintendo já feitos... Foram Hotel Mario e 3 Legend of Zelda (2 deles inclusive eram com a própria Zelda finalmente).
4. Game.com
Agora vamos pro mercado mobile, o Game.com (estranhamente o 'ponto' não é lido lol) foi uma tentativa frustada, em um design terrível de competir mercado com o Game Boy em 1997. Produzido pela Tyger Electronics o aparelho tentou inovar, trazendo telas touchscreen, uma caneta pra clicar, e diversos aplicativos que faziam do portátil um PDA, tinha agenda, e-mail, anotações essas coisas.
No lado dos games, era outro console fraquíssimo, além da limitação em preto e branco, os jogos eram horríveis, as versões de Mortal Kombat 3 e Sonic 3 do aparelho eram piadas. Uma coisa legal dele, que acho até que deviam usar hoje, é que tinha suporte para 2 cartuchos de jogos ao mesmo tempo, boa ideia, péssima execução.
Lá pro final do vídeo o nerd fala sobre o Game.Com.
3. Mattel Hyperscan
Ah Mattel, no que você foi se meter? O Hyperscan era um console projetado pra crianças, mas não era educativo (ponto positivo), ele tinha um sistema de cartas colecionáveis, por exemplo, existe o jogo dos X-Men, o game vinha com uma série de cartas de personagens como o Wolverine e Fera, e você passa a carta no leitor (como os Amiibos) e libera o personagem, podendo também comprar outras cartas por fora, com poderes, personagens essas coisas, a pequena biblioteca de jogos se baseava nisso.
O problema? Esse software mega ultrapassado foi lançado em 2006! Já tínhamos Wii e Xbox 360 naquele ano, muitas opções melhores pra criançada. Cada cartão demorava pra carregar, os jogos eram cheios de bugs, só não foi mais fail do que o novo Max Steel.... se bem que perderam bem mais dinheiro nessa brincadeira.
2. Nokia N-Cage
Até a Nokia se arriscou no ramo de consoles portáteis, e fez isso tentando unir videogame e celular, o N-Cage de 2003 vinha pra competir com o Game Boy Advance, e tiveram até jogos bem parecidos, o aparelho tentava trazer todos os apps do seu tempo de um celular como mp3 e radio bem como os jogos. Sua falha começa pelo design, quem jogaria um Sonic nisso ai?
Com um software fraco, o aparelho tinha jogos bem simplificados, em comparação ao GBA, controles ruins, e 2 coisas das quais todo mundo vai se lembrar de odiar: 1. A entrada de cartuchos ficava atrás da bateria, então você precisava desligar e retirar a bateria pra colocar um jogo novo, e 2. Assim que você fazia ligações:
Bwuashuashuashuashuashuashu ai ai, o melhor? A Nokia tentou de novo com o N-Cage QD, que durou até 2010!
1. Virtual Boy
Ahhh Nintendo... não Nintendo... como você achou que isso daria certo? Pois bem, em 1995, a empresa achou que deveria expandir sua linha portátil "Boy" com uma nova ideia revolucionária, a realidade virtual.
Na sua futurística teoria, o aparelho teria aqueles jogos que hoje vemos no Oculus Rift por exemplo, o problema é que em 95 não tínhamos tecnologia pra lançar essas coisas pro público, sua tecnologia limitada só podia fazer jogos em preto e vermelho, a tal "experiencia 3D imersiva" prometida, nunca chegou, e temos alguns dos piores e mais dolorosos Mario Tennis, Wario e jogos de nave da história.
Dolorida porque alguns minutos com esse trambolho na cabeça causa dores de cabeça forte, o maior fracasso da história da Nintendo foi descontinuado logo no ano seguinte, com uma pequena biblioteca de jogos disponíveis. O Virtual Boy é "campeão" da nossa lista de piores consoles, não só por ter sido com videogame horrível com jogos piores ainda... mas porque quem fez essa cagada foi a Nintendo, que vergonha! xD
Nossa lista dessa semana se encerra por aqui, e o que acharam? Concordam com nossas posições? Comente ai se você já pôde experimentar ou conhece coisa pior! Até a próxima!
sábado, 17 de janeiro de 2015
Vídeo Game Master System
Os brinquedos dos anos 80 marcaram uma geração inteira por oferecer diversas opções com várias atrações e divertimento para todas as faixas etárias. Isso também vale para os consoles de vídeo game que teve um boom com diversas opções na década. E um dos mais famosos e de grande sucesso que surgiu na época, e que se estendeu até os anos 90, foi o Master System.
O console de 8 bits produzido pela SEGA, empresa japonesa antiga produtora de consoles e atualmente produtora de software e hardware para vídeo games, foi lançado no Japão em 1986 para concorrer com o Famicom da Nitendo, no Brasil conhecido como Nintendinho. Mas, tinha uma disputa desleal porque a Nintendo tinha contrato de exclusividade junto as produtoras de jogos, o que fazia o Master depender dos lançamentos realizados apenas pela SEGA.
No Japão o console não fez grande sucesso, mas o que não impediu de a empresa lançá-lo em todo mundo. Nos EUA os direitos de comercialização foram vendidos para a Tonka. Só em 1990, após o lançamento do Sega Gênesis a empresa recuperou os direitos de comercialização do Master nos EUA lançado um novo modelo de console com um novo visual, chamado Master System II, com um preço mais acessível.
Mas, como o mercado do Nintendo era bem forte nos EUA o fiasco foi o mesmo do Japão. Um cenário muito diferente do que aconteceu na Europa e no Brasil. No velho continente acabou ficando mais popular que os da Nintendo. Até jogos da Nintendo foram feitos sem licença pela empresa Tengen para o Master. No Brasil, o console foi produzido e vendido pela Tec Toy a partir de setembro de 1989 e atingiu um grande sucesso.
O Master System II aqui foi lançado com o mesmo formato que o primeiro, diferente dos EUA e Europa que o formato era mais compacto, mas um mais barato e vinha com outros jogos. A Tec Toy lançou ainda o Master System III Compact, que possuía um novo desenho (o mesmo desenho do modelo lançado como Master System II nos EUA e Europa), e diversos modelos portáteis chamados Master System Super Compact, inclusive um modelo rosa desenvolvido para garotas.
Como um dos países de maior sucesso do console, a Tec Toy chegou desenvolver jogos exclusivos para o mercado nacional (como Wonder Boy in Monster Land, estrelados pela Turma da Mônica) e converteu diversos jogos lançados para Sega Game Gear, o console portátil da SEGA, para o Master System, aumentando ainda a quantidade de jogos disponíveis.
No Japão e na Coréia o console ficou conhecido como SG-1000 Mark III, sendo comercializado como Master System no resto do mundo. Os jogos do console aceitavam cartuchos e cartões, sendo que o suporte a cartões foi abandonado a partir do Master II. Existem diferenças entre o Master System lançado no Japão e o modelo vendido no restante do mundo. No modelo japonês o espaço de cartuchos tem tamanho diferente, no lugar do botão RESET existe o botão RAPID FIRE (que ao ser acionado habilita a repetição automática e rápida das ações ativadas pelos botões dos controles), existe uma entrada para o plug do óculos 3D que dispensa assim o uso do adaptador, e vem com um chip de som FM, possibilitando que as músicas fossem mais elaboradas (infelizmente esse chip foi removido na versão vendida no resto do mundo).
Excluindo essas diferenças, visualmente o desenho do aparelho é idêntico à versão lançada no resto do mundo. Além da entrada para óculos 3D, existia outro acessório muito famoso, a SEGA Ligth Phaser, a pistola para jogos de tiro.
E falando dos jogos, podemos citar entre o mais famosos do console são o Alex Kidd, com vários em série sendo o mais famoso Alex Kidd in Miracle World. Fez tanto sucesso que virou mascote do vídeo game e da empresa, vindo até na memória do Master System II no Brasil e na Europa e em alguns modelos do Master System III. Outros exemplos são o: Castle of Ilusion, Double Dragon, Shinobi, Sonic e Califórnia Games
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