Mostrando postagens com marcador 1985. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador 1985. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Carrinho Colossus - 1985


"Carrinho Colossus" da Estrela lançado na década de 80? Foi um dos maiores sucessos para os meninos por se tratar de um Carrinho de controle remoto.E você já teve um?







domingo, 3 de julho de 2016

Nintendo NES


Quem se lembra do "Nintendo NES" na década de 80? Nintendo Entertainment System, ou simplesmente NES (no Brasil apelidado como Nintendinho), é um videogame lançado pela Nintendo na América do Norte, Europa, Asia, Austrália e Brasil. Originalmente lançado no Japão em 1983 com o nome de Nintendo Family Computer, ou apenas Famicom, o sistema foi redesenhado e recebeu o novo nome para ser lançado no mercado americano em 1985. 



O NES/Famicom foi o videogame de maior sucesso comercial na sua época, ajudou a indústria de videogames a se recuperar da crise de 1983 e estabeleceu novos padrões que seriam seguidos pela indústria. Também foi o primeiro console a ser produzido por terceiros, o que ajudou a divulgar o sistema em todo o mundo. O NES também foi um dos primeiros consoles a se apoiar em jogos feitos por terceiros (não só pela própria fabricante). Seu código de modelo é NES-001.

FREDDIE MERCURY - "I Was Born To Love You"


[CBS - 1985]


Se fosse vivo, FREDDIE MERCURY completaria hoje 65 anos. Mas Freddie partiu em 91, deixam-nos a sua música, memórias de actuações inesquecíveis.
Aproveitámos para recuperar este post "velhinho", já de 2008, para assinalar a data de hoje, que certamente será assinalada em todo o mundo, uma vez que FREDDIE MERCURY era um ídolo global.
Após o enorme sucesso do álbum "The Works" e dos singles "Radio Ga Ga", "I Want To Break Free" ou ainda "It's a Hard Life", Freddie aproveita para relançar a sua carreira em solitário. O disco recebeu o nome de "Mr. Bad Guy" e contêm, entre outros, este "I Was Born To Love You", "Living On My Own", "Made In Heaven" ou ainda "There Must Be More to Life Then This".
Estranhamente, o disco está há vários anos fora do mercado. Não se percebe, pois quer os Queen, quer o próprio FREDDIE MERCURY, tem sido alvo de reedições e de compilações sucessivas. Fica dificil perceber o porque, da editora continuar a ignorar este álbum, obrigatório para qualquer fã dos Queen ou mesmo de FREDDIE MERCURY.
Quem pretender ter acesso aos temas do álbum, terá, em ultimo recurso, a possibilidade de adquirir a compilação "Lover of Life, Singer of Songs". Mas não é a mesma coisa, pois cada álbum é uma obra e vale por si só.


sábado, 2 de julho de 2016

DEAD OR ALIVE - Youthquake




[CBS - 1985] 


O segundo álbum dos Dead or Alive, lançado há 30 anos atrás, com produção de Stock, Aitken & Waterman, tornou-se num dos sucessos do ano, chegando ao top10 britânico. Incluindo no alinhamento o Nº1 londrino "You Spin Me Round (Like a Record)" o disco foi o mais bem sucedido de todos os editados pela banda de Pete Burns, elevado à condição de estrela pop por esta altura. Outros singles do disco foram: "Lover Come Back To Me", "In Too Deep" e "My Heart Goes Bang (Get Me to the Doctor)".




> You Spin Me Round (Like a Record) [1985]


Nº1 em Inglaterra, com produção de Stock, Aitken & Waterman, catapultou os Dead or Alive para a fama. Este tema que faz parte do LP "Youthquake" tornou-se num dos maiores clássicos high-energy de sempre. Para trás, muito para trás, ficavam os tempos em que a banda abraçava um sonoridade mais goth-rock, tendo tido no seu line-up o futuro The Mission; Wayne Hussein.



> Lover Come Back (to Me) [1985]

Segundo single do álbum "Youthquake", produzido por Stock Aitken & Waterman, além da edição em 7 e 12 polegadas, foi também lançado em shape-disc.






1
You Spin Me Round (Like a Record)
3:18
2
I Wanna Be a Toy
3:57
3
D.J. Hit That Button
3:27
4
In Too Deep
4:09
5
Big Daddy of the Rhythm
3:21
6
Cake and Eat It
4:37
7
Lover Come Back to Me
3:07
8
My Heart Goes Bang
3:11
9
It's Been a Long Time
7:55

ELTON JOHN - Ice on Fire - 30 ANOS



[Polygram - 1985]
"Ice on Fire", o 19º álbum da carreira de Elton John, produzido por Gus Dudgeon, com a habitual dupla na composição composta pelo próprio Elton e pelo seu parceiro de carreira Bernie Taupin. O disco inclui um dos grandes êxitos do ano e um dos maiores clássicos da década, o hit "Nikita". O single desse tema e este mesmo álbum foram Nº1 em Portugal, durante diversas semanas, o que mostra o sucesso na Elton John alcançava por esta altura. "Act of War", com Millie Jackson, "Wrap Her Up", com George Michael e "Cry to Heaven", foram os outros singles retirados deste disco, que de certo muitos de vocês ouviram vezes sem conta.


   
> Nikita [1985] 

"Nikita" foi o maior sucesso do ano em Portugal, há 30 anos atrás, com inúmeras semanas plantado no topo do top de singles do "Top Disco". Este tema muito contribuiu para o sucesso do álbum "Ice on Fire". Nos coros do tema surge a voz do ex-Wham!, George Michael. O teledisco, outro icon da década, é um dos mais celebres dos anos 80 e com uma história curiosa que ninguém esquece, nem o próprio Elton!

   
> Wrap Her Up [1985]

3º single de "Ice on Fire", o LP de há 30 anos que garantiu um enorme sucesso a Sir Elton John. O tema conta com as vozes de George Michael, na altura a maior figura da pop britânica.

   
> Cry to Heaven [1985] 

Foi mais um dos singles de "Ice on Fire", o muito bem sucedido álbum de 1985, de Elton John.

DAVID BOWIE/MICK JAGGER - "Dancing In The Street"


[EMI America /EMI-Valentim de Carvalho - 1985]
O single destas 2 lendas, que marcou o ano de 1985


domingo, 18 de janeiro de 2015

1985... 30 anos do primeiro Rock In Rio em 10 vídeos



 Existe uma fórmula para a criação de um festival de música? Talvez. Mas o fato é que Roberto Medina inventou sua própria, e com ela realizou um dos maiores festivais do mundo. E fez isso quando esse sonho parecia quase impossível no Brasil.
O ano era 1985 e o país passava por grandes transformações. Após longo período sob uma ditadura militar, o país começava a dar os primeiros passos rumo à democracia. Foi nesse cenário que nasceu o Rock in Rio. Pela primeira vez um país da América do Sul sediou um evento musical desse tipo.


Valendo!
A primeira edição do festival aconteceu na cidade que o batiza, o Rio de Janeiro, no bairro de Jacarepaguá.  Em uma área de 250 mil metros quadrados foi construída a Cidade do Rock, o espaço que recebeu, durante 10 dias, 1.380.000 pessoas. A estrutura contou com um sistema de som e luz extremamente modernos para época. Aliás, foi no Rock in Rio que uma plateia de um grande show plateia foi iluminada pela primeira vez. O público já era parte do show.


No palco passou um verdadeiro “Hall of Fame” da música mundial. O line-up contou com nomes como Queen, AC / DC, James Taylor, George Benson, Rod Stewart, Yes, Ozzy Osbourne e Iron Maiden. Isso sem falar em algumas das principais estrelas nacionais, como Gilberto Gil, Elba Ramalho, Rita Lee e toda uma nova geração do rock nacional como Paralamas do Sucesso, Blitz, Kid Abelha e Barão Vermelho. Todos juntos dão o tom: esse é um festival de todos os estilos.
Aquela edição colecionou momentos históricos. Em uma deles Freddie Mercury (Queen) ficou tão impressionado com o coro espontâneo do público durante o hit “Love Of My Life”, que decidiu reger aquela bonita massa sonora. Não é de admirar que a própria banda tenha citado aquela experiência com um dos mais belos de sua história.
A partir de 1985, o Brasil entrou para o cenário de grandes shows mundiais. E isso foi só o começo. Nascia um gigante.

O Rock In Rio foi, provavelmente, o primeiro grande festival de música no Brasil a incluir atrações internacionais de peso. Alguns shows pontuais de gringos rolavam por aqui, mas o mercado se tornou mais viável após o pioneirismo do RIR. Permanece imensurável a importância desse evento para a cultura brasileira. 

Os dez vídeos abaixo apresentam momentos históricos do festival - e também reforçam que, nem mesmo na primeira edição, era um evento dedicado apenas ao rock. A ordem é aleatória. 

1) O Rio canta "Love Of My Life", do Queen 

Alguns gringos poderiam até pensar que no Brasil só tem samba. Mas a melódica power ballad do Queen já era bem conhecida por aqui. Freddie Mercury conduziu a plateia para que cantasse "Love Of My Life". Deu no que deu: talvez esse seja o momento mais bonito de todo o evento. 

 

2) Bruce Dickinson sangra durante show do Iron Maiden 

Como guitarrista, Bruce Dickinson é um grande cantor. Ele empunhou a guitarra em "Revelations" para tocar um dedilhado enquanto Adrian Smith e Dave Murray faziam uma linha dobrada, no entanto, um pouco desajeitado, bateu o headstock do instrumento em seu rosto. O sangue escorreu, mas nem assim Dickinson deixou o palco. 

 

3) George Benson, do lixo ao luxo 

George Benson se assustou com a quantidade de pessoas que estariam para assisti-lo no evento: cerca de 250 mil. Teve um ataque de nervos e bebeu. Entrou no palco mamado e fez o show (que contou com a participação de Ivan Lins). Saiu da Cidade do Rock achando que fez uma péssima performance. Em uma entrevista do empresário Roberto Medina, responsável pela organização do festival, para o Multishow, o já depressivo Benson iria se matar no hotel, mas apagou. No dia seguinte, todos o parabenizaram pelo grande show. Combustivel de sobra para dar sequência na carreira. 

 

4) O sino do AC/DC 

O AC/DC deixou claro que não viria ao Brasil se não pudesse trazer um sino de navio, que pesava 1,5 tonelada e acompanhava a banda durante os shows. O artefato, que era utilizado na música "Hells Bells", foi trazido, mas o palco não suportou o peso. A produção, então, improvisou um sino de gesso para o grupo e tudo deu certo. 

 

5) O recomeço de James Taylor 

A apresentação de James Taylor foi, provavelmente, a que teve maior dose de emoção e drama pessoal. A carreira do cantor ia por água abaixo, após divorciar-se de Carly Simon e problemas com drogas. Taylor pensou em se aposentar, mas mudou de ideia após a viagem ao Brasil. Gostou tanto do Rio de Janeiro que chegou a compor uma música chamada "Only A Dream In Rio" ("Apenas um sonho no Rio"), que entraria em seu disco seguinte, "That´s Why I´m Here". Roberto Medina classifica o show como o seu predileto da edição inaugural. 

 

6) A democracia brasileira 

Décadas de regime militar foram encerradas após eleições indiretas, que empossaram o presidente Tancredo Neves em 1985. Os brasileiros ainda estavam eufóricos com a conquista. Os integrantes do Barão Vermelho também. A banda encerrou seu show com a música "Pro dia nascer feliz", em homenagem ao fim da ditadura. Cazuza proferiu breves palavras sobre o "novo Brasil" e Roberto Frejat utilizou trajes com as cores da bandeira do país. 

 

7) O rock nacional se encorpava 

O chamado B-Rock, ou rock nacional, tomou corpo no Rock In Rio de 1985. Bandas ainda iniciantes como Os Paralamas do Sucesso, Barão Vermelho e Kid Abelha puderam se apresentar no evento e tornaram sua arte ainda maior. O momento que representa a solidez do B-Rock enquanto movimento aconteceu durante a performance de "Inútil", música original do Ultraje A Rigor, durante o show d´Os Paralamas. Conexão Rio-SP. 

 

8) Whitesnake toma a oportunidade do Def Leppard a longo prazo 

O Def Leppard tocaria no primeiro Rock In Rio, mas o acidente com o baterista Rick Allen fez com que a banda cancelasse a apresentação. O Whitesnake foi escalado para o posto e aproveitou a ocasião, com um ótimo show e uma de suas melhores formações - destaque para o lendário guitarrista John Sykes. Pode ser imaginação, mas isso trouxe consequências a longo prazo tanto para o Whitesnake quanto para o Def Leppard no que diz respeito ao Brasil. O primeiro se apresentou várias vezes no país e lotou por onde esteve, mesmo sem um hit há décadas. O segundo só veio para cá em 1997 e tocou no Rio de Janeiro para somente 250 pessoas, enquanto em São Paulo uma das duas apresentações foi cancelada. 

 

9) Também por acaso, Rod Stewart arrebata o Rio 

Rod Stewart também não estava escalado inicialmente para o Rock In Rio. O cantor substituiu a banda Men At Work, em uma crise interna que resultou no seu fim. Stewart não apenas fez um show histórico, como também desconstruiu uma imagem de arrogante que era divulgada pela mídia na época - conversou e brincou com todos que passavam por ele no backstage. 

 

10) Vaias por erros de escalação 

Não houve, necessariamente, um show ruim durante o Rock In Rio. Todas as bandas eram profissionais o bastante para apresentarem algo que agradasse aos seus fãs. O problema foi quando as atrações, especialmente nacionais, caíram na mesma line-up que nomes internacionais de estilos diferentes. Alguns casos foram mais drásticos: Erasmo Carlos e Ney Matogrosso dividiram palco com Queen, Iron Maiden e Whitesnake; já Eduardo Dusek e Kid Abelha abriram para AC/DC e Scorpions. 


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Formulário de contato

Nome

E-mail *

Mensagem *