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quinta-feira, 11 de maio de 2017
domingo, 26 de fevereiro de 2017
terça-feira, 25 de agosto de 2015
Iron Maiden homenageia Robin Williams em nova canção
No seu novo disco, previsto para setembro, a banda Iron Maiden escreveu uma canção que deverá encantar os fãs do ator Robin Williams. Em uma recente entrevista ao jornal italiano Corriere della Sera, Bruce Dickinson confessou que o álbum “The Book of Souls” tem uma música, composta pelo guitarrista Adrian Smith e pelo baixista Steve Harris, que homenageia a estrela de Hollywood.
“Minha faixa favorita (no novo disco) é uma que não escrevi”, explicou o vocalista. “Ela se chama ‘Tears of a Clown’ e fala sobre Robin Williams. Eu me pergunto como ele poderia estar tão depressivo enquanto sempre parecia muito alegre”, adicionou o líder da banda britânica.
Após anos de luta contra a depressão, Robin Williams, 63 anos, se suicidou na sua casa de Paradise Cay, na Califórnia, em agosto de 2014. Ele é considerado um dos atores mais talentosos da sua geração e roubou a cena em inúmeros longas-metragens, incluindo “Uma Babá Quase Perfeita” (1993), “Jumanji” (1995) e “Gênio Indomável” (1997).
Gravado em Paris, o novo álbum da banda pioneira de heavy metal chegará às lojas no dia 4 de setembro. Seu lançamento foi inicialmente adiado após Dickinson ter sido diagnosticado com câncer. “The Book of Souls” conta com 11 faixas, confira a lista:
1. “If Eternity Should Fail”
2. “Speed of Light”
3. “The Great Unknown”
4. “The Red and the Black”
5. “When the River Runs Deep”
6. “The Book of Souls”
7. “Death or Glory”
8. “Shadows of the Valley”
9. “Tears of a Clown”
10. “The Man of Sorrows”
11. “Empire of the Clouds”
2. “Speed of Light”
3. “The Great Unknown”
4. “The Red and the Black”
5. “When the River Runs Deep”
6. “The Book of Souls”
7. “Death or Glory”
8. “Shadows of the Valley”
9. “Tears of a Clown”
10. “The Man of Sorrows”
11. “Empire of the Clouds”
sexta-feira, 1 de maio de 2015
Monsters Tour Porto Alegre 2015
Motörhead faz show alto, mas morno, em Porto Alegre
Judas Priest faz show teatral e cheio de ótimos riffs em Porto Alegre
Ozzy: "Eu malho todos os dias, não uso drogas. Estou saudável como nunca"
Ozzy Osbourne comanda metaleiros com a facilidade das lendas.
Líder do Black Sabbath se apresentou no festival Monsters Tour, que aconteceu nesta quinta, no Estádio do Zequinha, em Porto Alegre
Ozzy Osbourne puxou coro e comandou braços dos fãs no show de 1h20min em Porto AlegreFoto: Carlos Macedo / Agencia RBS
Vocalista Lemmy se movimentou pouco durante o show em Porto AlegreFoto: Carlos Macedo / Agencia RBS
Sempre que Ozzy Osbourne se sentir desanimado, tiver uma briga mais séria com a Sharon ou quiser saber se ainda é aquilo tudo que foi, é só vir a Porto Alegre. Como já havia acontecido nas outras vezes em que veio à Capital (sozinho ou com seus parceiros de Black Sabbath), o morcegão foi recebido com barulho e carinho intermináveis pelos metaleiros gaúchos. E, durante o tempo em que ficou no palco do Zequinha – exatas 1h20min –, ele fez de tudo para agradecer: puxou grito, mandou beijinho, ajoelhou-se no chão duas vezes e sacramentou:
– Vocês são os fucking melhores!
Mas, também, show do Ozzy é uma barbada. Cercado de músicos mais jovens e dono de um cardápio de hits que já tem quase 50 anos, resta ao vocalista subir ao palco e fazer o que ele faz melhor: cantar. Antes da primeira música, o público já estava em chamas – diferente da frieza com que o Motörhead foi recebido ou o respeito com que o Judas Priest começou sua apresentação, Ozzy parecia um astro teen e, o público, menininhas menores de idade. Não é à toa que deram para o cara um reality show na MTV.
Musicalmente, o show foi bastante parecido com as outras apresentações de Ozzy em Porto Alegre: sucessos do Black Sabbath, como Paranoid e War Pigs, eram cantados até na parte instrumental, enquanto hits da carreira solo, tipoMr. Crowley e Crazy Train, recebiam ânimo extra pela intensa movimentação do sessentão. Aliás, Ozzy parece saudável e animado.
Se é possível destacar uma diferença entre a apresentação do Black Sabbath e a de Ozzy solo em Porto Alegre é a seguinte: com sua banda original, o show toma ares de hard rock e stoner. Com os jovens músicos da carreira solo, a apresentação pende mais para o metal, com mais solos e dedilhados. Ao que parece, Porto Alegre aprova ambos. E Ozzy aprova Porto Alegre.
Motörhead faz show alto, mas morno.
Talvez tenha sido o frio, que chegou de vez em Porto Alegre. Quem sabe, o público, que demorou a entrar no Estádio do Zequinha. Quiçá, a doença que acometeu Lemmy Kilmister no início da semana e o tirou de um show em São Paulo. A realidade é que, apesar de bom, o show do Motörhead no festival Monsters Tour foi menos do que poderia ser.
Como de praxe, Lemmy abriu os trabalhos com a frase "nós somos o Motörhead e tocamos rock 'n' roll". No início, a relação banda-público teve alguma rusga: em determinado momento, o baterista Mikkey Dee levantou e fez um gesto de sono, com as duas mãos espalmadas abaixo da cabeça, como quem diz "acordem". Um pouco depois, Lemmy fez um apelo:
– Nós somos só três e fazemos muito barulho. Vocês são centenas, eu quero ouvir dor!
Instigados pela banda e levados pelo som altíssimo da apresentação, o público reagiu com palmas e gritos. Porém, não foram poucos os fãs do grupo que ficaram boa parte do show esperando na fila.
Apesar de tudo, Lemmy é um personagem extremamente forte. A todo mundo, gritos de seu nome espocavam no estádio e ganhavam força, fazendo o vocalista parar para ouvir. Com seu vozeirão característico, o britânico comanda uma banda que é quase punk, dada a velocidade de suas músicas, a simplicidade de seus riffs e a força que os três membros apresentam juntos. Até por isso, a frase "eu chamo de rock, mas, se tivesse que escolher, diria que somos mais punk do que metal" é creditada ao frontman. E quem foi ao Monsters Tour viu que é verdade.
No fim das contas, ficou um gosto amargo na língua. Esse show podia ter sido mais. Seja qual for o motivo, podia ter sido mais.
Judas Priest faz show teatral e cheio de ótimos riffs.
Rob Halford (direita) e Richie Faulkner são as maiores atrações do bom show do Judas PriestFoto: Carlos Macedo / Agencia RBS
Para quem queria um show de metal, o Judas Priest foi a grande atração do Monsters Tour, festival que foi madrugada a dentro em Porto Alegre nesta quinta-feira. Com uma apresentação quase teatral, Rob Halford e seus parceiros mostraram que tem um público muito fiel no Rio Grande do Sul. Seja em clássicos como Breaking the Law e Painkiller, ou em músicas do recente Reedemer of Souls, de 2014, os experientes metaleiros britânicos tiveram a participação da plateia em todas as músicas tocadas. Afinal, era um festival de metal.
Se Halford é o personagem a se prestar atenção no show do Judas Priest, o novo guitarrista Richie Faulkner faz de tudo para roubar a cena. Com 28 anos a menos que o frontman, ele esbanja energia e não para de se dirigir à plateia. Joga palhetas, aponta para fãs, faz coreografias, exagera intencionalmente no gestual dos solos – tudo para agradar o público, que responde positivamente, sempre. E Faulkner se encaixa bem na apresentação do Judas Priest: exagerada, cênica, com trocas de figurinos, explosões e um telão frenético.
Constantemente trocando de figurino, o vocalista Rob Halford entre montado em uma Harley-Davidson em determinado momento do show. Em outro, empunha um cetro (os maldosos dirão que é uma bengala, exigência da idade) e entra como um rei no palco. Já no fim, abre a camisa e exibe a barriga que é fruto dos 63 anos, tapada de tatuagens.
Se Ozzy Osbourne fez um show de hard rock travestido de metal e o Motörhead tocou punk, o Judas Priest fez a alegria de quem foi ao Zequinha assistir heavy metal de qualidade. Talvez seja por isso que, na metade do show, Rob Halford parou, olhou para a plateia – que estava quase toda com as mãos para o alto – e fez um joinha, como quem diz "é para gente como vocês que gostamos de tocar".
quinta-feira, 30 de abril de 2015
segunda-feira, 2 de março de 2015
O Melhor do Rock em 1980 (Playlist)
Neste post, continuarei a série de playlists abordando o rock em anos separadamente. E neste chegamos aos exóticos anos 80 e mostrarei abaixo algumas músicas e álbuns de rock que foram destaque no ano de 1980. Neste ano em específico aconteceram coisas boas e ruins, de negativo as mortes de grandes nomes como John Lennon, John Bonham e Bon Scott e de positivo o lançamento de vários discos clássicos como "Back In Black" do AC/DC, o primeiro do Iron Maiden, o "Heaven and Hell" do Black Sabbath, inicando a era de Ronie James Dio nos vocais da banda, o debut solo de Ozzy Osbourne, "Blizzard of Ozz", entre outros.
Músicas contidas na playlist:
AC/DC - Back In Black
AC/DC - Hells Bells
Black Sabbath - Heaven and Hell
Black Sabbath - Neon Knights
Ozzy Osbourne - Crazy Train
Ozzy Osbourne - Mr. Crowley
Iron Maiden - Iron Maiden
Iron Maiden - Phantom of the Opera
Rush - The Spirit of Radio
Rush - Freewill
Motörhead - Ace of Spades
Motörhead - Love Me Like a Reptile
Judas Priest - Breaking the Law
Judas Priest - Living After Midnight
Queen - Another One Bites the Dust
Queen - Crazy Little Thing Called Love
Whitesnake - Fool For Your Loving
Whitesnake - Ready an' Willing
Diamond Head - Am I Evil ?
Diamond Head - Helpless
Saxon - Wheels of Steel
Heart - Bebe Le Strange
Heart - Even It Up
Blondie - Call Me
Pat Benatar - Hit Me With Your Best Shot
Paul McCartney - Coming Up
John Lennon - I'm Losing You
John Lennon - Watching the Wheels
U2 - I Will Follow
Ramones - Do You Remember Rock 'n' Roll Radio?
Ramones - Rock 'N' Roll High School
The Cure - Boys Don't Cry
The Rolling Stones - She's So Cold Devo - Whip It
Talkin Heads - Once In A Lifetime
Journey - Any Way You Want It
Def Leppard - Wasted
Def Leppard - Hello America
Van Halen - Romeo Delight
The Police - De Do Do Do De Da Da Da
Tom Petty and the Heartbreakers - Refugee
The Pretenders - Brass In Pocket
Pete Towshend - Let My Love Open the Door
Genesis - Misunderstanding
Dire Straits - Tunnel of Love
Dire Sraits - Romeo And Juliet
Joy Division - Love Will Tear Us Apart
Joy Division - Atmosphere
David Bowie - Ashes To Ashes
Dead Kennedys - Holiday In Cambodia
Bruce Springsteen - The River
AC/DC - You Shook Me All Night Long
AC/DC - Shoot to Thrill
Black Sabbath - Children of the Sea
Ozzy Osbourne - I Don't Know
Ozzy Osbourne - Suicide Solution
Iron Maiden - Running Free
Iron Maiden - Sanctuary
Motörhead - (We Are) The Road Crew
Judas Priest - Rapid Fire
Queen - Sail Away Sweet Sister
John Lennon - (Just Like) Starting Over
Músicas contidas na playlist:
AC/DC - Hells Bells
Black Sabbath - Heaven and Hell
Black Sabbath - Neon Knights
Ozzy Osbourne - Crazy Train
Ozzy Osbourne - Mr. Crowley
Iron Maiden - Iron Maiden
Iron Maiden - Phantom of the Opera
Rush - The Spirit of Radio
Rush - Freewill
Motörhead - Ace of Spades
Motörhead - Love Me Like a Reptile
Judas Priest - Breaking the Law
Judas Priest - Living After Midnight
Queen - Another One Bites the Dust
Queen - Crazy Little Thing Called Love
Whitesnake - Fool For Your Loving
Whitesnake - Ready an' Willing
Diamond Head - Am I Evil ?
Diamond Head - Helpless
Saxon - Wheels of Steel
Heart - Bebe Le Strange
Heart - Even It Up
Blondie - Call Me
Pat Benatar - Hit Me With Your Best Shot
Paul McCartney - Coming Up
John Lennon - I'm Losing You
John Lennon - Watching the Wheels
U2 - I Will Follow
Ramones - Do You Remember Rock 'n' Roll Radio?
Ramones - Rock 'N' Roll High School
The Cure - Boys Don't Cry
The Rolling Stones - She's So Cold Devo - Whip It
Talkin Heads - Once In A Lifetime
Journey - Any Way You Want It
Def Leppard - Wasted
Def Leppard - Hello America
Van Halen - Romeo Delight
The Police - De Do Do Do De Da Da Da
Tom Petty and the Heartbreakers - Refugee
The Pretenders - Brass In Pocket
Pete Towshend - Let My Love Open the Door
Genesis - Misunderstanding
Dire Straits - Tunnel of Love
Dire Sraits - Romeo And Juliet
Joy Division - Love Will Tear Us Apart
Joy Division - Atmosphere
David Bowie - Ashes To Ashes
Dead Kennedys - Holiday In Cambodia
Bruce Springsteen - The River
AC/DC - You Shook Me All Night Long
AC/DC - Shoot to Thrill
Black Sabbath - Children of the Sea
Ozzy Osbourne - I Don't Know
Ozzy Osbourne - Suicide Solution
Iron Maiden - Running Free
Iron Maiden - Sanctuary
Motörhead - (We Are) The Road Crew
Judas Priest - Rapid Fire
Queen - Sail Away Sweet Sister
John Lennon - (Just Like) Starting Over
Veja também um video que fiz com algumas das melhores músicas deste ano:
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015
Em 02/02/1981: Iron Maiden lançava o clássico Killers
Killers é o segundo álbum de estúdio da banda inglesa de heavy metal Iron Maiden, lançado em janeiro de 1981. Foi o primeiro a contar com o guitarrista Adrian Smith e o último com o vocalista Paul Di'Anno, demitido depois de problemas com suas performances nos palcos devido a seu abuso de álcool e uso de cocaína. Foi ainda o primeiro álbum a contar com o produtor veterano Martin Birch, que produziu todos os álbuns do Iron Maiden até 1992.
A canção "Wrathchild" foi a única do disco a ser tocada regularmente em shows da banda, estando presente na maioria das turnês futuras. A música foi regravada em 2003 pelo grupo britânico Sikth e aparece no lado B de seu single "Scent of the Obscene". A canção também foi regravada em 2007 pela banda tributo The Iron Maidens em seu álbum Route 666, e novamente em 2008 pelo Gallows no CD tributo Maiden Heaven: A Tribute to Iron Maiden lançado pela revista Kerrang!. "Wrathchild" ainda aparece no jogo de PlayStation 2 Guitar Hero Encore: Rocks the 80s.
A música "Murders in the Rue Morgue" foi baseada em um conto homônimo do escritor Edgar Allan Poe. "Rue Morgue" é uma rua ficcional em Paris que em português significa "Rua da Morgue".
Killers é o único álbum do Iron Maiden a contar com duas canções instrumentais e foi escrito quase exclusivamente por Steve Harris, com algumas assistências do resto da banda (a faixa-título e "Twilight Zone" são as únicas músicas que recebem créditos adicionais). Cada canção, com exceção de "Murders in the Rue Morgue" e "Prodigal Son", foram escritas anos antes do lançamento do álbum de estreia, embora nenhuma fosse gravada profissionalmente até as sessões de Killers, excetuando-se "Wrathchild" (um antiga versão havia sido gravada em 1979, que participou da coletânea Metal for Muthas).
A edição norte-americana, lançada alguns meses após a data na Inglaterra, foi inicialmente distribuído pela Harvest Records/Capitol Records e subsequentemente pela Sanctuary Records/Columbia Records. "Twilight Zone" foi adicionada ao disco nessa versão.
A turnê de apoio ao álbum, Killer World Tour, levou a banda aos seus primeiros shows nos EUA, o primeiro no The Aladdin, Las Vegas em suporte ao Judas Priest.
Rob Halford: 11 coisas que você não sabia sobre ele.
O lendário frontman do Judas Priest ROB HALFORD completou sessenta anos em outubro de 2011. O astro do rock é mais conhecido por seu trabalho com o Priest, mas ele também já fez muito com sua carreira solo e interesses paralelos. Para os que se iniciam em sua paixão pelo Priest, eis 11 coisas que você não sabia sobre Rob Halford.
11. Motos no Palco: Perigoso
No ultimo show da turnê de ‘Painkiller’ de 1990, Halford foi derrubado da moto que ele notoriamente conduz para o palco, por um efeito cenográfico mal-colocado. Ele quebrou o nariz e ficou inconsciente, o que o levou a perder a última música do que seria seu ultimo show com a banda por mais de dez anos.
10. Ele Cantou Sobre Drogas no Queens Of The Stone Age Mesmo Estando Sóbrio
Ex-usuário de drogas pesadas e álcool, Halford largou tudo em 1986, creditando a mudança por ter dado a ele ‘uma enorme sensação de poder e força.’ Isso não o impediu de cantar com o Queens of The Stone Age em sua ode a todos os vícios em 2000 (‘Nicotine, Valium, Vicodin, Marijuana, Ecstasy and Alcohol’), ‘Feel Good Hit of the Summer’.
9. Ele Foi Frontman do Black Sabbath Duas Vezes
Por duas ocasiões diferentes em sua vida, Halford cantou ao vivo com o Black Sabbath quando o vocalista da banda não estava disponível. Em 1992, ele tocou dois shows com eles quando Ronnie James Dio recusou-se a abrir pro headliner OZZY OSBOURNE, e em 2004 ele substituiu o próprio Ozzy Osbourne, que ficou doente.
8. Tomou Um Apavoro de Mickey Rourke
Halford teve um pequeno papel, desempenhando um balconista de sex shop no filme independente de 2002 ‘Spun – Sem Limites’. Ele não aparece muito tempo na tela, e recusamos a acreditar que ele tomaria um apavoro de um Mickey Rourke trajado de almofadinha tão passivamente como ele toma no filme.
7. Não Um Padre de Verdade, Mas Interpretou um na TV
Em uma manobra inspirada de escalação de elenco, Rob Halford interpretou um padre desvirtuado em um comercial dos telefones celulares Virgin. O cantor foi de fato criado em um lar cristão, e acredita que foi essa fundação espiritual que o ajudou a manter-se sóbrio.
6. Seus Fiéis Fãs de Metal Apoiaram Sua Saída do Armário
Halford disse que ele sabia que poderia contar com seus fãs para apoiarem seu anúncio público de 1998 onde ele revelou ser gay. Como ele disse ao jornal Montreal Gazette, ‘Os fãs de Metal são tão passionais e zelosos e tolerantes como os de qualquer outra forma de música.’ Ainda assim ele ficou muito impressionado pela reação ‘incrivelmente inteligente e piedosa’ dos fãs ao redor do mundo, declarando, ‘me fez sentir ótimo.’
5. Ele Dirige um Carro Bem Palha, Verdade Seja Dita
Apesar de ele ter tido vários carros clássicos ao longo de sua vida, incluindo um Aston Martin e um Corvette, não espere ver o frugal Halford na estrada com uma dessas belezas, tampouco com sua Harley-Davison. Acontece que ele prefere o conforto interior de seu Cadillac DTS 2006. Tal como ele disse ao site Motor Trend, “Eu não sou uma pessoa frugal, mas eu acho difícil ser materialmente extravagante.”
4. Ficou Calvo com Relativa Dignidade
Como qualquer um dos incrivelmente viris e talentosos rock stars de sua geração, Halford passou grande parte de sua carreira lutando contra a calvície. Ele tratou do assunto com mais dignidade que a maioria [vide BRET MICHAELS] – primeiro adotando um corte bem curto e eventualmente raspando sua cabeça. Rumores dão conta que inicialmente ele considerou usar uma peruca, mas achou melhor não. E caso alguém acredite NISSO, Halford chegou a planejar uma linha de perucas.
3. Virou Techno com Trent Reznor
Em 1997, Halford tirou folga de sua banda pós-Priest, o FIGHT, para gravar ‘Voyeurs’, um disco com influências eletrônicas/techno com a participação do ex-guitarrista do Marilyn Manson e atualmente com ROB ZOMBIE, John 5. O projeto teve como produtor executivo a mente criativa do NINE INCH NAILS, Trent Reznor. Não foi um sucesso comercial, levando Halford a voltar para solo mais conhecido com sua banda auto-intitulada em seu trabalho seguinte, devidamente chamado de ‘Ressurection’, em 2000.

2. Poderia Ter Sido Um Cantor Erudito, aparentemente
Em um artigo que recomendamos, a professora de canto lírico Claudia Freelander avaliou cinco das mais famosas vozes do Metal, ouvindo a fitas sem nome de cada um. Ela classificou Halford como ‘super talentoso, e o único que eu realmente gostaria de colocar minhas mãos’, elogiando em particular sua ‘fabulosa gama de cores vocais’ e ‘habilidades impressionantes’.
1. Ele Está Silenciosamente Construindo um Império
Em 2009, Halford formou a Metal God Records, e logo depois começou a relançar todos seus títulos de catálogo do Fight e da Rob Halford Band, junto com uma série de títulos ao vivo e coletâneas. Ele reativou sua banda, lançando dois discos entre as obrigações com o Judas Priest desde 2009. A banda também abriu para Ozzy Osbourne em sua recente turnê do disco ‘Scream’, o que torna óbvio que não é ideia de Halford que o Priest se aposente depois da turnê ‘Epitaph’ do grupo.
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