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domingo, 6 de agosto de 2017

Rádio Cidade FM (Porto Alegre)

 
Quem se lembra da "Rádio Cidade 92,1 FM" em meados anos 80? A Rádio Cidade FM foi uma emissora de rádio brasileira instalada na cidade de Porto Alegre, e operava na frequência de 92,1 MHz. Entrou no ar no ano de 79 e transmitiu até 2015.
A emissora foi inaugurada em 17 de novembro de 1979, e transmitia para toda Porto Alegre.
Com seu repertório musical baseado essencialmente em música jovem, assim como suas co-irmãs do Rio de Janeiro, São Paulo, Vitória, entre outras, em pouco tempo, se torna líder de audiência na região.


 Sua extinção deu-se em 20 de julho de 2015, sendo substituída pela Rádio Farroupilha.

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Grupo Artístico de Patinação "Tangarás Show"



Tangarás Show em super 8 1ª Parte





Um Histórico Video da História deste grande Grupo Artístico "Tangarás Show" em 1978, gravado em super 8mm e depois passado para VHS e agora Digitalizado. Fica aqui o registro deste espetáculo de patinação que teve seu inicio em 1969, nas dependencias do Colégio Marista Champagnat - PUCRS em Porto Alegre - RS. Uma grande equipe de colaboradores e entusiasta sobre o comando do Prof. Alexandre João Durante na época Irmão Marista e toda a comunidade Marista, este histórico foi recuperado e editado pelo Sr. Waldir Veit, grande entusiata e presidente da Federação Gaúcha de Patinagem nos anos de 1980.


Tangarás Show em super 8 2ª Parte




Tangarás Show em super 8 3ª Parte




sexta-feira, 22 de julho de 2016

O Shopping Iguatemi Porto Alegre foi inaugurado em abril de 1983.


O Shopping Iguatemi Porto Alegre foi inaugurado em abril de 1983. Desde a fundação já passou por diversas ampliações e obras. Foi o primeiro shopping construido na regiao Sul do Brasil. 
Em 1993, o shopping ganhou sessenta novas lojas e quatro cinemas. Um ano depois, foi a praça de alimentação que aumentou suas opções gastronômicas.


Em 1997, foi construída uma área anexa que acrescentou setenta e cinco novas lojas, uma nova praça de alimentação, cinco salas de cinemas e um prédio-garagem com 1.500 vagas - o que deixou o Shopping com um total de 3.015 vagas para os consumidores. A partir de então, o Iguatemi passou a ser considerado o maior centro de compras da Região Sul do Brasil e um dos maiores da América Latina.

Em 2005, foi construído o supermercado Nacional, primeiro a funcionar 24hs no Rio Grande do Sul.
Com a inauguração e consequente concorrência do shopping Bourbon Shopping Country ao seu lado, o Iguatemi Porto Alegre realizou ainda novas obras, como o cercamento de suas dependências e maior investimento em paisagismo. A concorrência com o cinema Unibanco Arteplex contribuiu para que o Iguatemi fechasse suas 8 salas de cinema da rede Severiano Ribeiro. Em Dezembro de 2009 foram inauguradas 6 novas salas no Iguatemi.

O shopping também foi alvo de assaltos em suas joalherias e cinemas, o que gerou grandes investimentos em segurança, como a instalação de câmeras de vigilância e de seguranças armados distribuidos pelo shopping.

Em 2012 foi anunciada uma nova expansão do shopping

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

"Fliper do Chinês", localizado no Centro, encerrará as atividades e terá festa de despedida

Fliperama em atividade há 35 anos na Capital vai fechar por causa da crise econômica.


Após 35 anos de funcionamento ininterrupto, o Fliper do Chinês encerrará as atividades nesta quarta-feira. A empresa Top Feliz Brinquedos Eletrônicos foi fundada na Rua Vigário José Inácio, número 500, em outubro de 1980. O ponto no Centro Histórico de Porto Alegre ficou conhecido como Fliper do Chinês devido à nacionalidade do proprietário, o empresário Liu Cheng. 



Após 30 anos comandando o negócio, Cheng voltou para a China em 2010 devido a problemas de saúde e deixou o fliperama para seu funcionário mais antigo, Alvaro Ferner:  
— Comecei a trabalhar aqui como caixa em 1990. Após um curso de qualificação, virei o técnico da loja, função que exerci até o senhor Cheng ir embora. Há cinco anos eu sou o proprietário do fliper.




No início de suas atividades nos anos 1980, o sucesso foi tanto que o estabelecimento foi o primeiro fliper a funcionar 24 horas em Porto Alegre. De acordo com o atual proprietário, nas mais de três décadas de história, um jogo nunca perdeu o posto de mais querido e jogado pelo público: a franquia Street Fighter, que foi febre durante todo o tempo em que a loja esteve aberta.

O local histórico, que durante 35 anos sobreviveu à concorrência de novos jogos, videogames e tecnologias, não conseguiu vencer a crise econômica de 2015. Neste ano, o empreendimento teve uma queda de 35% nas vendas.




— Nós poderíamos continuar se não fosse a crise deste ano. Conseguimos ficar 35 anos abertos sempre com lucro. Não conseguimos manter essa balança positiva em 2015 por isso encerraremos as atividades.
Para quem quiser jogar pela última vez no emblemático local, a festa de despedida começa às 18h desta quarta. Todas as fichas custarão R$ 1.

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

domingo, 20 de dezembro de 2015

Restaurante Choppão



Restaurante Choppão era localizado dentro do estádio Beira Rio, todo decorado ao autêntico estilo alemão, comida típica e com uma maravilhosa mostarda feita no local, e para animar os frequentadores a casa tinha a  Banda do Choppão. Sua história começou em dezembro de 1983. Atualmente, a Super Banda Choppão conta com 10 trabalhos e várias premiações. Entreguem-nos uma foto de integrantes caracterizados conforme imagem abaixo, do LP Banda do Choppão:
 
 
Ouçam um dos sucessos da Super Banda do Choppão no link abaixo:

quarta-feira, 24 de junho de 2015

46 coisas que só quem é de Porto Alegre vai entender

1. Pra começar, entender todo o linguajar único como “sentir frio de renguear o cusco”.
2. Saber que “vinte com trinta” significa vinte reais e trinta centavos ou se solidarizar quando alguém diz “me caiu os butiá do bolso”.
3. Chamar rotatória de rótula, saber que carros não colidem, e sim pecham e subir uma lomba.
4. Usar “capaz” como uma interjeição e “Tri” como um adverbio de intensidade.
5. “Atucanar” alguém (encher o saco) ou estar atucanada (preocupada).
6. Soltar a expressão “fecha a Goethe”.
7. E claro, que saber que rabo-quente é um gadget de esquentar água pro chimarrão, e não eufemismo sexual.
8. Só quem é de Porto Alegre sabe o que é se deliciar com um Xis do Cavanhas (de preferência de coração) com a maionese caseira.
9. Ou tentar comer um X-calota (que tem o tamanho de calota de pneu) e não pagar se conseguir finalizar.
10. Comer no Pampa Buguer, tomar um bom guaraná Fruki ou ficar estufado com Pastelina e finalizar tudo com um sorvete da Jóia.
11. Ir na Redenção e atravessar a rua para beber uma jarra de suco servido no liquidificador na Lancheria do Parque!
12. A delicia de comer uma bergamota (tangerina) ao sol.
13. Achar super normal a grande quantidade de opções vegetarias nas churrascarias da cidade.
14. Ou a quantidade excessiva de restaurantes chineses vegetarianos que dominam o centro.
15. Saber o quão maravilhoso é comer um pão com chimia e nata ou cuca de mumu.
16. Engasgar com uma Bala Xaxá enquanto no resto do Brasil engasgavam com uma bala Juquinha.
17. Não conseguir sair de casa sem ter uma cuia e térmica para o chimarrão, independente de onde você vá e qual seja sua temperatura.
18. E claro, saber que lanche é uma refeição completa e não um mísero sanduíche como no resto do país.
Lancheria do Parque.
19. Admitir que tem certa fixação pela Austrália, afinal lá é o RS com um litoral bonito.
20. Curtir festas no meio da rua o tempo todo, vide o carnaval que começa em janeiro e vai até abril.
21. Ter a impressão de ter cruzado com o Cigano Igor (Ricardo Machi) na rua.
22. Nem estranhar que não tem fila no restaurante no domingo porque é dia de churrasco, e churrasco bom é o que avô, pai, tio faz.
23. Todo mundo conhece a guria que deu um fora no Danrlei do Grêmio no Dado Bier “porque ela é prima, ou vizinha ou prima da vizinha.”
24. Saber cantar “Amigo Punk” inteirinho sem nem ter que se esforçar.
25. Saber que “economizar é comprar bem” (slogan do Zaffari) e achar que esse deveria ser o tema de todos os supermercados do planeta.
26. Cruzar com cartazes de “Conserta-se gaitas”.
27. O sonho nunca realizado de descer os prédios gêmeos do centro de skate.
28. Passar uma semana celebrando uma guerra em que o estado foi derrotado.
29. Aprender a dançar a chula no colégio.
30. E claro, se vestir de prenda e gaúcho pra festa junina.
31. Ficar encantado com os pés de Ipês que florescem pela cidade deixando tudo colorido.
32. Admirar o pôr do sol mais lindo do mundo vistos no Guaíba e no Gasômetro.
33. Perceber que você fez uma burrada ao pegar a Ipiranga no fim de tarde.
34. Na verdade, perceber que fez uma burrada ao sair de carro com as obras da copa que não ficaram prontas até hoje.
35. Saber que a moeda que corre na cidade é o PILA, sempre no singular, onde um pila equivale a um real.
36. Odiar com todas as forças o Lasier Martins e todos os comentários que ele fazia no jornal.
37. Ficar na expectativa da chegada do papai noel com a Xuxa no Beira-Rio em um helicóptero.
38. Sentir MUITA saudade dos bares da Oswaldo Aranha dos anos 80/90.
39. E também do Ocidente e do Garagem Hermética antigamente.
40. Saber que existe uma grande diferença entre a noite da Padre Chagas e da Cidade Baixa.
41. Dar uma passada no Venezianos Pub para dar uma flertada (se você é gay, claro).
42. Já estar acostumado com o fato da rivalidade entre o Inter e Grêmio ser um assuntos em qualquer roda.
43. E ficar bem puto com o fato da mídia ignorar os times do RS.
44. Ninguém entende tanto e tão pouco de futebol quanto o Paulo Sant’anna, colunista de esportes.
454. Estar acostumado com ter dois guarda-roupas: um pro inverno e um pro verão.
46. E achar que 18 graus é uma temperatura amena e só poder considerar “muito calor” a partir de 30 graus.
Colaborou:: Carolina Türck, Fergolina Heinz, Uriel Ricachenevsky, Pedro Jansen, Marcelo Kzm, Fernanda Schabarum, Leco Vilela, Beatriz Pinto Ribeiro, Janio Sarmento, Cris Moreira, Dani Conte, Renuska Celidonio, Beatriz Pinto Ribeiro, Susana Cristalli, Leo Camargo Schwartz, Emily Canto Nunes e Débora Cunha.
Atualização: Foi retirado o acento do nome do supermercado do item 25. Dia 23/06/2015, as 12h45.

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Monsters Tour Porto Alegre 2015

Motörhead faz show alto, mas morno, em Porto Alegre
Judas Priest faz show teatral e cheio de ótimos riffs em Porto Alegre
Ozzy: "Eu malho todos os dias, não uso drogas. Estou saudável como nunca"

Ozzy Osbourne comanda metaleiros com a facilidade das lendas.

Líder do Black Sabbath se apresentou no festival Monsters Tour, que aconteceu nesta quinta, no Estádio do Zequinha, em Porto Alegre
Ozzy Osbourne comanda metaleiros com a facilidade das lendas Carlos Macedo/Agencia RBS
Ozzy Osbourne puxou coro e comandou braços dos fãs no show de 1h20min em Porto AlegreFoto: Carlos Macedo / Agencia RBS

Sempre que Ozzy Osbourne se sentir desanimado, tiver uma briga mais séria com a Sharon ou quiser saber se ainda é aquilo tudo que foi, é só vir a Porto Alegre. Como já havia acontecido nas outras vezes em que veio à Capital (sozinho ou com seus parceiros de Black Sabbath), o morcegão foi recebido com barulho e carinho intermináveis pelos metaleiros gaúchos. E, durante o tempo em que ficou no palco do Zequinha – exatas 1h20min –, ele fez de tudo para agradecer: puxou grito, mandou beijinho, ajoelhou-se no chão duas vezes e sacramentou:

– Vocês são os fucking melhores!

Mas, também, show do Ozzy é uma barbada. Cercado de músicos mais jovens e dono de um cardápio de hits que já tem quase 50 anos, resta ao vocalista subir ao palco e fazer o que ele faz melhor: cantar. Antes da primeira música, o público já estava em chamas – diferente da frieza com que o Motörhead foi recebido ou o respeito com que o Judas Priest começou sua apresentação, Ozzy parecia um astro teen e, o público, menininhas menores de idade. Não é à toa que deram para o cara um reality show na MTV.


Musicalmente, o show foi bastante parecido com as outras apresentações de Ozzy em Porto Alegre: sucessos do Black Sabbath, como Paranoid e War Pigs, eram cantados até na parte instrumental, enquanto hits da carreira solo, tipoMr. Crowley Crazy Train, recebiam ânimo extra pela intensa movimentação do sessentão. Aliás, Ozzy parece saudável e animado.
Se é possível destacar uma diferença entre a apresentação do Black Sabbath e a de Ozzy solo em Porto Alegre é a seguinte: com sua banda original, o show toma ares de hard rock e stoner. Com os jovens músicos da carreira solo, a apresentação pende mais para o metal, com mais solos e dedilhados. Ao que parece, Porto Alegre aprova ambos. E Ozzy aprova Porto Alegre.

Motörhead faz show alto, mas morno.

Motörhead faz show alto, mas morno, em Porto Alegre Carlos Macedo/Agencia RBSVocalista Lemmy se movimentou pouco durante o show em Porto AlegreFoto: Carlos Macedo / Agencia RBS
Talvez tenha sido o frio, que chegou de vez em Porto Alegre. Quem sabe, o público, que demorou a entrar no Estádio do Zequinha. Quiçá, a doença que acometeu Lemmy Kilmister no início da semana e o tirou de um show em São Paulo. A realidade é que, apesar de bom, o show do Motörhead no festival Monsters Tour foi menos do que poderia ser.
Como de praxe, Lemmy abriu os trabalhos com a frase "nós somos o Motörhead e tocamos rock 'n' roll". No início, a relação banda-público teve alguma rusga: em determinado momento, o baterista Mikkey Dee levantou e fez um gesto de sono, com as duas mãos espalmadas abaixo da cabeça, como quem diz "acordem". Um pouco depois, Lemmy fez um apelo:
– Nós somos só três e fazemos muito barulho. Vocês são centenas, eu quero ouvir dor!
Instigados pela banda e levados pelo som altíssimo da apresentação, o público reagiu com palmas e gritos. Porém, não foram poucos os fãs do grupo que ficaram boa parte do show esperando na fila.
Apesar de tudo, Lemmy é um personagem extremamente forte. A todo mundo, gritos de seu nome espocavam no estádio e ganhavam força, fazendo o vocalista parar para ouvir. Com seu vozeirão característico, o britânico comanda uma banda que é quase punk, dada a velocidade de suas músicas, a simplicidade de seus riffs e a força que os três membros apresentam juntos. Até por isso, a frase "eu chamo de rock, mas, se tivesse que escolher, diria que somos mais punk do que metal" é creditada ao frontman. E quem foi ao Monsters Tour viu que é verdade.
No fim das contas, ficou um gosto amargo na língua. Esse show podia ter sido mais. Seja qual for o motivo, podia ter sido mais.

Judas Priest faz show teatral e cheio de ótimos riffs.

Judas Priest faz show teatral e cheio de ótimos riffs em Porto Alegre Carlos Macedo/Agencia RBS
Rob Halford (direita) e Richie Faulkner são as maiores atrações do bom show do Judas PriestFoto: Carlos Macedo / Agencia RBS
Para quem queria um show de metal, o Judas Priest foi a grande atração do Monsters Tour, festival que foi madrugada a dentro em Porto Alegre nesta quinta-feira. Com uma apresentação quase teatral, Rob Halford e seus parceiros mostraram que tem um público muito fiel no Rio Grande do Sul. Seja em clássicos como Breaking the Law Painkiller, ou em músicas do recente Reedemer of Souls, de 2014, os experientes metaleiros britânicos tiveram a participação da plateia em todas as músicas tocadas. Afinal, era um festival de metal.
Se Halford é o personagem a se prestar atenção no show do Judas Priest, o novo guitarrista Richie Faulkner faz de tudo para roubar a cena. Com 28 anos a menos que o frontman, ele esbanja energia e não para de se dirigir à plateia. Joga palhetas, aponta para fãs, faz coreografias, exagera intencionalmente no gestual dos solos – tudo para agradar o público, que responde positivamente, sempre. E Faulkner se encaixa bem na apresentação do Judas Priest: exagerada, cênica, com trocas de figurinos, explosões e um telão frenético.
Constantemente trocando de figurino, o vocalista Rob Halford entre montado em uma Harley-Davidson em determinado momento do show. Em outro, empunha um cetro (os maldosos dirão que é uma bengala, exigência da idade) e entra como um rei no palco. Já no fim, abre a camisa e exibe a barriga que é fruto dos 63 anos, tapada de tatuagens.
Se Ozzy Osbourne fez um show de hard rock travestido de metal e o Motörhead tocou punk, o Judas Priest fez a alegria de quem foi ao Zequinha assistir heavy metal de qualidade. Talvez seja por isso que, na metade do show, Rob Halford parou, olhou para a plateia – que estava quase toda com as mãos para o alto – e fez um joinha, como quem diz "é para gente como vocês que gostamos de tocar".
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