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domingo, 26 de abril de 2015

Monsters of Rock tem vaia, show cancelado e Ozzy 'salvador' em SP

Shows de Ozzy Osbourne e Judas Priest fecharam bem dia com problemas.
Líder do Motörhead passou mal e não cantou; Black Veil Brides foi vaiado.


Ozzy Osboune canta no Festival Monsters of Rock 2015 em São Paulo (Foto: Flavio Moraes/G1)
Ozzy Osbourne e Judas Priest encerraram bem o sábado (25) de Monsters of Rock em São Paulo, após imprevistos no primeiro de dois dias do festival de heavy metal. Fora do script estavam a ausência do Motörhead, com Lemmy doente, as vaias aos novatos do Black Veil Brides e uma fila monstruosa para entrar. O final feliz teve show mais longo do Judas Priest e um desfecho com Ozzy que foi empolgante do príncipio ao fim.

A Arena Anhembi, com espaço para 35 mil pessoas, estava cheia, mas a organização não divulgou o número de presentes até a noite de sábado. No domingo (26), o Monsters continua com novo show de Judas Priest, além de Manowar e Kiss entre atrações principais.

Apesar de ser um dos fundadores do heavy metal, Ozzy Osbourne parece longe de querer se aposentar. Além de repetir isso seguidas vezes em todas as suas últimas entrevistas sua performance deixa clara a vontade de continuar.
No fim da segunda música, Ozzy Osbourne joga espuma no público do Monsters of Rock (Foto: Flavio Moraes/G1)
O cantor começou a apresentação empolgando seus fãs com uma sequência de três de seus maiores sucessos. "Bark at the moon", "Mr. Crowley" e "I don't know" foram mais que suficientes para afastar o desânimo até mesmo daqueles presentes para ver Motörhead.
Ao longo de um repertório de cerca de 12 canções, Ozzy não parou um segundo, com suas características palmas sobre a cabeça e "I love you all"s. Até a chuva, que chegou a cair um pouco mais forte em alguns momentos, teve de competir com o cantor, que molhou diversas vezes os fãs próximos ao palco com um canhão d'água.

A energia do público pareceu cair um pouco em canções mais novas, como a lenta "Road to nowhere", mas clássicos do Black Sabbath ajudaram a retomar as atenções. "Paranoid", que encerrou a noite, foi apoteótica.
O Judas Priest, conterrâneo do Black Sabbath de Birmingham, Inglaterra, fez show um pouco mais longo que o programado, segundo a organização. Assim, ajudou a compensar a ausência de Motörhead antes e aquecer para a presença de Ozzy depois. A apresentação teve cerca de uma hora e meia.
Judas redentor
Aos 63 anos, Rob Halford talvez seja, entre as estrelas veteranas do Monsters, o que tem a voz e a energia mais conservadas. De agudos impressionantes a graves quase gruturais, não pareceu faltar fôlego nos noventa minutos no palco.
O show teve alguns momentos de dispersão na plateia, como o começo com a nova "Dragonauts". Mas Halford ganhou o público, especialmente em "Breakin the law", antes da tradicional subida na motocicleta, em "Halls of valhalla", boa música nova, e no final em "Painkiller". Não que seja fácil manter a atenção do público sem ser a atração principal. A configuração espreme o público em dois longos corredores separados por bares, o que deixa muita gente no fundo. Os telões pequenos e o palco baixo tampouco ajudam.
Rob Halford, líder do Judas Priest, se apresenta neste sábado no Monsters of Rock (Foto: Flavio Moraes/G1)
Prêmio de consolação
Além do show mais longo do Judas Priest, uma curta aparição do resto do Motörhead junto com o Sepultura ajudou a tapar o buraco de Lemmy. O vocalista de 69 anos teve "distúrbio gástrico seguido de desidratação" e desmarcou de última hora.
Phil Campbell (guitarrista) e Mikkey Dee (baterista) subiram ao palco para dar a má notícia e contaram com a ajuda dos brasileiros no pocket show. Eles tocaram só "Orgasmatron", "Ace of spades" e "Overkill", sob gritos iniciais de "Lemmy, Lemmy". Comoveu a dedicação de Andreas Kisser, que comandou o show, mas não chegou perto do que seria um show com Lemmy.
Derrick Green, do Sepultura, canta com membros do Motörhead (Foto: Flavio Moraes/G1)
Vaias aos novos
Os fãs neste sábado não esperavam ver mais que medalhões. A sonora vaia que levou o Black Veil Brides, banda formada em 2010, foi prova disso. No palco, jovens sem camisa maquiados, com influência de glam metal - algo como netos de Kiss e filhos do Mötley Crüe - e som competente.
Na plateia, fãs de metal mais tradicional que não engoliram as poses e a mistureba com hardcore e hard rock. Talvez no dia do Kiss, com mais bom humor, não seriam tão vaiados. O nu-metal do Coal Chamber - que nem é tão novo assim - teve recepção morna.
Seria mais útil vaiar quem teve a ideia de organizar a entrada, com só um ponto principal, que resultou em uma fila gigante durante o fim da tarde e início da noite. O G1 falou com fãs disseram ter ficado duas horas para entrar. Nas redes sociais, a reclamação também era grande.

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Ozzy Osbourne, Judas Priest e Motorhead farão shows em Porto Alegre em abril

Festival, que ainda não tem nome definido, ocorre no estádio do São José, em 30 de abril.


Três dos maiores nomes do rock vão tocar em Porto Alegre no ano que vem.Ozzy OsbourneJudas Priest e Motorhead têm shows confirmados no dia 30 de abril, no estádio do Zequinha (Assis Brasil, 1200). Eles fazem parte do line-up de um festival que ainda não tem nome e deve anunciar mais atrações em breve.
As três bandas também tocam no Monsters of Rock, festival que acontece em São Paulo nos dias 25 e 26 de abril. Chegou-se a especular que o festival aconteceria também em Porto Alegre – o que não deve acontecer. Além dos três nomes, o festival paulista recebe ainda bandas como Kiss, Manowar e Steel Panther. É possível que, além de Ozzy, Judas Priest e Motorhead, outras bandas aproveitem a viagem a São Paulo e passem também por Porto Alegre.
Os três nomes já passaram por Porto Alegre pelo menos uma vez. O Judas Priest, liderado por Rob Halford, tocou na Capital em 2005 e 2008. Em 2001, vieram para cá com a turnê Demolition, que tinha Tim Ripper Owens no vocal. Já a banda de Lemmy Kilmister veio ao Rio Grande do Sul em 2000 e 2004, enquanto o Black Sabbath, de Ozzy, tocou no ano passado (e o vocalista veio a Porto Alegre sozinho em 2011).
Os ingressos custarão de R$ 150 a R$ 700. Informações como pontos de venda e o nome do festival devem ser divulgadas ainda esta semana. 

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Ozzy Osbourne no Black Sabbath: "Nós vamos fazer mais um Album e um Tour Final


Após o sucesso mundial de seu mais recente álbum 13, que estreou no número umnos Estados Unidos e em vários outros paísesBlack Sabbath decidiram gravar outroálbum. Ozzy Osbourne disse ao Metal Hammer que ele esperava para começar assessões de composição com o guitarrista Tony Iommi e o baixista Geezer Butler no início de 2015 "Vamos fazer mais um álbum e uma turnê final", disse ele.

Osbourne relatou que a experiência de fazer o disco e uma turnê em torno do "13foi positivo em tudo e que a banda deixou as coisas em termos amigáveis ​​depois de sua turnê no início deste ano"Uma vez que a poeira baixou após a última turnê, começamos a discutir a ideia - porque estávamos sendo questionado sobre isso o tempo todo - eu disse a Sharon'O que está acontecendo Porque se não há maisSabbath eu quero seguir com minha própria carreira de novo'. Osbourne disse à revista.

"Três semanas mais tarde, eu perguntei a ela sobre isso novamente, e ela disse: 'Oh,eu ainda tenho que falar com fulano de tal ...E eu disse: "Sharon, não é porra de 21mais. Se estivermos que fazer isso, eu quero fazer antes que eu tenha 70 anos, otempo não está do nosso lado"Então ela fez a chamada e voltou e disse: 'Sim, a gravadora quer outro álbum. "Eu acredito que Rick Rubin vai fazer com a gente de novo."

Pressionado por uma linha do tempoOsbourne estima que seria "mais cedo ou maistarde." "Obviamente, um monte de que está descendo para a saúde de Tonyele obviamente tem o seu tratamento contra o câncermas nós vamos chegar para ele no ano que vem", disse ele. "Eu não sei se vou estar escrevendo na Inglaterra ou Los Angeles, mas eu vou voar para a lua de merda se precisar."

Em Janeiro, Osbourne disse à Rolling Stone que ele estava "para baixo" para fazeroutro disco do Sabbath, dizendo: "é agora ou nuncaIommi reunir, "Absolutamente."Na época, o guitarrista informou que ele estava "se sentindo bem" de seus tratamentos para o linfoma, que foi descoberto no início da tomada de 13.

Enquanto isso, Osbourne está preparando o lançamento do CD solo e DVD liberaambas intituladas 
Memoirs of a Madman. O álbum reúne muitos dos maiores sucessosdo cantorenquanto o DVD de dois discos compila seus vídeos musicais e um bando de performances ao vivo inéditasNa semana passada, Osbourne divulgou um vídeode seus colegas de banda a partir de vários pontos de sua carreira solo, incluindo os 

guitarristas Zakk Wylde e Gus G, compartilhando histórias sobre como ele impactousuas vidas.

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