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domingo, 16 de abril de 2017

Jogos Atari para PC


O vídeo game dos anos 80, todos lembram com uma enorme saudade deste que foi o precursor pra quase todo mundo. Nos colocava em frente à TV horas por dia (o mesmo vício que temos hoje com a net), e não era pra assistir nenhum programa, era ... pasmem ... pra jogar uns programas!!! Inovação completa. Revolucionou a história dos videogames, o que seria dos videogames e mesmo PCs hoje em dia se não fosse o maravilhoso Atari? Criou a necessidade das pessoas levarem o fliperama pra casa. River Raid, Hero, Jungle Hunt, Enduro, Pitfall, Pac Man, Moon Patrol, Missile Command, Demon Attack, quem não lembra? Horas em cada um desses joguinhos. Bom, pra você que é amante dos 80 não podia faltar..., Nós merecemos... Aqui o emulador, os melhores para PC:
Versões para DOS e Windows:







Observação: O emulador para DOS funciona bem nos computadores até 233 MHz, acima de 266 MHz tem alguns ajustes de velocidade e reinicialização para fazer. A versão para windows roda bem. Caso esteja muito rápido, clique em F10 dentro do emulador e altere a velocidade de frame-per-second.
É só clicar e baixar o arquivo principal, depois é só criar um diretório no seu micro chamado Atari, e copiar os jogos, são mais de 400 jogos que coloquei aqui. No caso do Atari para Windows, copiar os jogos para a pasta Roms. Mas atenção esses jogos não podem ser usados comercialmente, você pode baixar como cópia de segurança. E como o Autobahn não é um site comercial aqui é o único lugar no mundo que você poderá encontrar todos os jogos e video-game juntos. Se você quiser algum em especial que esteja faltando aqui, é só mandar um e-mail que vou fazer o máximo pra providenciar o mais rápido possível, mas os principais e melhores jogos sem dúvida aqui estão.


http://www.mediafire.com/file/0ws43e817ggcfiu/PC+ATARI+EMULATOR+-+DOS.zip


http://www.mediafire.com/file/167oe9d3j6ged7e/stellax113awin32.zip



Jogos
(+ ou - 200kb por zip)
Jogos, ABCDE-FG-HI-KL-NO-Q RST-Z

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Atari ganha versão portátil e console com 101 jogos

O clássico Atari vai receber duas novas versões em novembro, uma reedição do console com dois controles e 101 jogos na memória, e outra portátil, inédita, com 60 jogos internos, além de entrada para cartão SD – para uma possível expansão de games. O lançamento será mundial, por US$ 65, mas ainda não há preço para o Brasil.
Atari terá versão portátil e nova reedição do console (Foto: Divulgação/FunstockRetro)


A edição de console virá ainda com cabo de energia e cabo do tipo "Áudio e Vídeo" para televisões modernas. O visual será inspirado no Atari 2600, que fez sucesso entre o público brasileiro. Já o Atari portátil lembra bastante o Mega Drive Pocket, vendido há até pouco tempo no país pela Tec Toy.

Alguns dos clássicos disponíveis nas duas versões são Asteroids, Missile Command, Centipede, Pong, Adventure, Fatal Run, Video Chess, Wizard, Frogger, Dark Cavern, Breakout, e muitos outros.
Os relançamentos acompanham a onda nostálgica do mercado de consoles, após a Nintendo anunciar a chegada do "Nintendinho" NES 8-Bits em novo formato, além do relançamento do Mega Drive, também confirmado.

domingo, 9 de novembro de 2014

Vídeo game Supergame CCE

O ano é 1987. O presidente do Brasil é José Sarney, o presidente dos EUA é Ronald Reagan e o mundo vive os últimos anos da Guerra Fria entre os americanos e a União Soviética. O Brasil começa uma progressiva transição para a democracia. A Super-Máquina, Esquadrão Classe-A eMiami Vice são as séries do momento no Brasil. Michael Jackson é, de longe, o artista mais popular do universo. O U2 lança o seu seminal álbum The Joshua Tree.
Um aparelho de telefone com fio e um televisor colorido com tela de 14 polegadas e controle remoto são algumas das coisas mais sofisticadas que você pode ter na sua sala. Em 13 de setembro (um dia antes do meu aniversário), ocorreu o acidente com Césio-137 em Goiânia, até hoje considerado o pior acidente radioativo em área urbana de todos os tempos.
Basicamente, esse era o Brasil e o mundo. Não que eu estivesse particularmente muito interessado na maior parte dessas coisas (bem, eu gostava do Michael Jackson e de Super-Máquina …). Eu estava entre os cinco e os seis anos de idade, entrando na escola no pré-primário. Minha vida era brincar. Mas faltava uma coisa, algo que já capturava os corações e mentes das crianças naquela época: um videogame! E, naquele ano, eu viria a ganhar o meu primeiro console, o SUPERGAME, um clone nacional do Atari 2600, fabricado pela CCE.

“Atari”? Ora, mas em 1987 já existiam o Nintendo 8-bits e o Master System, correto? Sim, masaqui no Brasil ainda eram poucos os privilegiados que já estavam ingressando na ainda inovadora terceira geração de consoles. Embora o Atari já contasse com 10 anos de vida no mercado internacional, aqui no Brasil ele ainda gozava de imensa popularidade naqueles tempos, o que podia ser verificado pela grande quantidade de clones nacionais que o console tinha, fabricados por empresas como CCE, Milmar, Dynacom e outras.

Supergame já causava suspiros antes de sair da caixa. A embalagem, extremamente caprichada, mostrava o console como se fosse o computador de bordo de uma espaçonave, com naves inimigas aparecendo no espaço sideral, vistas pelo painel da nave. A mensagem era clara: “atenção, fedelho, o poder está agora em suas mãos. Prepare-se para trocar tiros – muitos tiros! – com naves alienígenas”.
Se bem me lembro, o console vinha acompanhado de três cartuchos. Um deles era Command Raid (do qual nunca gostei muito), o outro eu não lembro qual era e o último era PAC-MANo game definitivo da minha infância. É, eu sei: o Pac-Man do Atari 2600 é um dos jogos mais criticados e avacalhados de todos os tempos, e hoje faz parte da cultura retrogamer crucificar o jogo. Mas acreditem nessa testemunha ocular da história que vos fala: na época, todo mundo por aqui AMAVA esse jogo. Não é como se as crianças fossem familiarizadas com o Pac-Man original do arcade e estivessem em condições de fazer juízos comparativos críticos. Todo mundo adorava o Pac-Man e a versão mais popular do jogo era a do Atari, e era só isso o que importava.

O Supergame tinha um belo visual “black”, e eu sempre achei ele mais bonito e elegante do que o Atari 2600 original da Atari. Os joysticks também eram em preto, com o enorme (e único) botão na cor amarela. Os joysticks eram bonitos, mas de uma fragilidade comovente, e quebravam com irritante facilidade. Felizmente, existiam no mercado alternativas na forma de joysticks “pad”, menos propensos a quebrar do que os joysticks “de torre” como aqueles que acompanhavam consoles.
O game-símbolo dessa época dos joysticks que quebravam com frequência é o célebre jogo de esportes Decathlon (que, graças a Deus, eu nunca joguei naqueles tempos). Com suas provas de corrida, o jogo era um campeão absoluto em causar o arrebentamento de joysticks.

O grande barato de ter um Atari (ou um clone nacional) era o preço reduzido dos cartuchos, que eram muito acessíveis. Haviam cartuchos de todos os tipos, lançados por empresas das mais diversas. Os da CCE eram os que apresentavam os desenhos mais legais. Os da Milmar, por sua vez, se destacavam por trazer quatro jogos num único cartucho, usando um sistema de “chaves” compostas para seleção do jogo desejado.

Era uma festa: todo mundo que tinha um console compatível com Atari em casa tinha também uma caixa de sapatos (ou algo semelhante) repleta de cartuchos. Era algo muito, mas MUITO diferente do que se viu pouco tempo depois, na época do Master System e do Mega Drive, quando o custo de três ou quatro cartuchos atingia o valor do próprio console! No entanto, a razão desses “preços baratos” da cena nacional do Atari é hoje conhecida por todos: era uma pirataria institucionalizada. Por trás do aparente profissionalismo das empresas envolvidas, a verdade é que a maior parte desses cartuchos de jogos eram lançados por aqui sem pagamento de royalties para as empresas estrangeiras.
Até onde eu sei, a CCE lançou dois modelos diferentes do Supergame “grande”, que é o que eu tinha (não lembro qual modelo era o meu). Um terceiro modelo (de tamanho bem reduzido e joysticks diferenciados que não podiam ser removidos do console) chegou a ser lançado, e também era bem popular.
Além de ser meu primeiro videogame, o Supergame foi o console definitivo da minha infância. Eu o tive por longos cinco anos, de 1987 a 1992. Nos meus últimos dias com ele, eu tinha passado nada menos do que metade do meu tempo total de vida convivendo com Space Invaders, Pac-Man, Frogger, Pitfall, Megamania, Enduro, Mr. Postman, Keystone Kapers, Donkey Kong e tantos outros.
Os primeiros anos foram de absoluto encantamento e diversão, mas no final desse período eu preciso confessar que já estava completamente de saco cheio do Atari. Nada mais natural: em 1992, os videogames de terceira geração já estavam extremamente popularizados, e as atenções dos fãs de videogames estavam voltadas para os maravilhosos Mega Drive e Super Nes, as máquinas que estabeleceram a então toda-poderosa quarta geração de videogames. Por mais que o meu querido “Atari-compatível” tivesse me entretido em anos anteriores, naquela altura do campeonato já não dava mais pra se divertir com aqueles jogos excessivamente precários e simplórios. A magia havia se esgotado.
Felizmente, naquele ano, minha necessidade por novidades foi atendida com a chegada de um fantástico computador MSX. Pouco depois, vendi o meu velho Supergame de guerra (coisa da qual me arrependo amargamente até hoje). Anos mais tarde, já adulto e na condição deretrogamer, a minha paixão pelo pioneiro e fantástico Atari 2600 voltou com tudo – e, dessa vez, para nunca mais ir embora.
Juro: só de olhar, eu consigo lembrar do cheiro do chip desses cartuchos, quando eles esquentavam depois de algum tempo de jogo!

Atari 2600

Nos anos 80, um dos passatempos preferidos da garotada era jogar Atari. Tudo bem que o primeiro videogame a chegar por aqui foi o Telejogo, na década de 70, que trazia variações do jogo Pong. Mas o Atari foi o verdadeiro responsável pela introdução de fato dos videogames no Brasil. E de sua popularização também.
destaque
Lançado em 1977 nos EUA, o Atari só chegou oficialmente no Brasil em 1983, através da Polyvox (um braço da Gradiente). Claro que crianças mais abastadas já tinham o console importado, mas era algo como o "Santo Graal". Com o Atari da Polyvox a coisa passou a ser mais democrática. Ainda não era qualquer um que podia ter o console, mas ele se tornou um pouco mais acessível.
Depois veio uma baciada de imitações do Atari: Dynavision, Dactari, Supergame CCE, VJ-9000 da Dismac, etc. Além dos consoles "genéricos", cartuchos começaram a ser fabricados por aqui também. Uma pirataria pré-histórica, por assim dizer. Enquanto os cartuchos da Polyvox seguiam o esquema oficial da Atari, com caixa, manual, licenciamento, etc, mais de 20 empresas fundo-de-quintal começaram a inundar o mercado com os cartuchos piratas. Digivision, Zirok, Digitel, Digimax, Imagic, Shockvision, entre outras, faziam a alegria dos donos de Atari.
A Polyvox contra-atacou, fazendo um merchandising em um capítulo da novela "Transas e Caretas". Um personagem da novela dizia que era melhor usar cartuchos originais, pois os "genéricos" estragavam o console. Era o começo da briga contra a pirataria.
Mas o que importa foi a marca que o Atari deixou. A importância do Atari para os games de hoje é incomensurável. Se você está feliz jogando seu GTA 5 e aguarda ansiosamente pela nova geração (PS4 e xBox One), agradeça ao Atari 2600 e sua gloriosa história.
O Atari nasceu da mente dos designers Steve Meyer, Joe Decuir e Harold Lee, que deram o pontapé num projeto chamado Stella (1976). Para que o projeto saísse do papel, Steve Bushnell, dono da Atari, vendeu a companhia para a Warner Communications. O Stella virou Atari 2600, um console revolucionário de 8-bits, um micro-processador de 1.19 Mhz e memória RAM de 128 bytes. As especificações visavam manter os custos de produção baixos, mas mesmo assim seu preço de lançamento foi salgado para a época – $199,95 dólares.

Além de criar uma indústria para os games, o Atari trouxe uma prática seguida até hoje: a empresa não lucraria com a venda de consoles. Os lucros viriam da venda dos jogos. Esse modelo perdura até hoje com as grandes empresas de games. Sony, Nintendo e Microsoft não lucram com seus consoles. A ideia é vender os consoles, criar uma base de usuários e aí sim lucrar com a venda de jogos, tanto produzidos por eles mesmos quanto licenciados para terceiros.
Assim, o Atari foi lançado nos EUA em outubro de 1977. Atari Video Computer System era o nome oficial do console que mudaria o conceito de video game. Isso porque pela primeira vez um console não estaria limitado a poucos jogos em sua memória, como o Telejogo. Com o sistema de cartuchos, bastava criar-se uma indústria. Assim, centenas de jogos foram produzidos por dezenas de produtoras.
Pitfall
No lançamento americano 8 jogos estavam disponíveis nas lojas: Air-Sea Battle, Basic Math, Blackjack, Indy 500, Star Ship, Street Racer, Surround e Video Olympics. Na caixa do Atari vinham dois joysticks e dois controles chamados de paddle, que era uma roda com um botão ao invés do manche do joystick. O jogo Combat fechava o pacote. Quando a Polyvox lançou o Atari no Brasil em 1983, a caixa mudou. Os paddles foram retirados e o jogo grátis era Missile Command.
Rapidamente o Atari criou um mercado, e consequentemente uma indústria de games. A Atari aproveitou a onda e lançou vários periféricos para o console: volante para o jogo Indy 500, um teclado para ser usado em jogos como Basic Programming e A Game of Concentration, um touch pad para o game Star Riders, um controle com uma trackball para games como Centipede e Crystal Castles e ainda controle especialmente desenvolvido para crianças junto com a série de games Sesame Street. Sim, todos avôs dos periféricos e "controles inovadores" de hoje em dia.
O jogo responsável por alavancar as vendas do Atari foi sem dúvida Space Invaders. O sucesso da Taito nos arcades ganhou uma conversão para Atari em 1980, o que dobrou as vendas do console. O sucesso de Space Invaders abriu as portas para outras conversões de arcade: Asteroids, Missile Command, Berzerk e Pac-Man entraram na lista. Outro fonte criada foi a de jogos baseados em filmes, prática muito comum atualmente, mas que na época não deu lá muito certo. Caçadores da Arca Perdida e E.T. lotaram os cinemas, mas venderam muito abaixo do esperado.
Atari e Cartuchos
Aliás, E.T. foi o último prego no caixão do Atari 2600. O ano era 1983, o mercado estava inundado de jogos horrorosos, sem nenhum controle de qualidade. O interesse dos jogadores declinou juntamente com as vendas. Outros consoles como Intellivision e Coleco também começaram a concorrer. Foi o crash dos videogames, o fim de uma era. Em 1985 a Nintendo retomaria o trono com seu NES, mas essa já é outra história.
A única nota é que com a indústria reaquecida pelo NES, a Atari ensaiou uma volta. Com o mote "The Fun is Back", a empresa relançou o Atari no final dos anos 80 com o preço de 49 dólares, além de jogos novos como Midnight Magic e Solaris. Mas não era páreo para o monstro que o Nintendinho viria a ser.
Se formos listar as heranças do Atari para a história dos games, a lista será longa. Mas os principais pontos seriam a criação de um mercado e uma indústria de games, a instauração de práticas que perduram até hoje, como pirataria, conversões de jogos, filmes que viram jogo e o fato de empresas não lucrarem com a venda de consoles, apenas com a venda de jogos.
Foram muitos jogos que deixaram sua marca na história e se tornaram clássicos. Pac-Man, River Raid, Enduro, Pitfall…a lista também é grande. Até hoje emuladores e recriações do console mantêm a chama do Atari acesa, com enorme saudosismo e reverência. Nas festas Ploc não é raro ver um console de Atari dando mole para a galera se divertir.


Confira uma lista com alguns jogos de Atari clássicos, que marcaram época! Você também pode joga-los online aqui.
Enduro (Corrida)
O jogador controla um carro, semelhante a um Fórmula 1 visto de trás. Seu objetivo é ultrapassar determinado número de carros durante um dia inteiro de corrida para chegar à próxima etapa. A corrida é de resistência e de longa distância. O percurso é aleatório. As condições da pista e de visibilidade mudam conforme o andamento do jogo e será preciso encarar pelo caminho muitas dificuldades, como neblina e neve. É preciso ser rápido para desviar dos adversários mais lentos, já que os carros se tornam mais difíceis de ultrapassar conforme o andamento do jogo.
Pac-Man (Arcade)
Pac-Man não é apenas um dos maiores clássicos de Atari. O Come-Come, como foi carinhosamente apelidado, é um dos maiores clássicos dos games até hoje! Coma pastilhas e fuja dos fantasmas em um labirinto. Ocasionalmente, engula pílulas de poder e cace os fantasminhas!
River Raid (1982) Activision
O jogador controla um avião que sobrevoa um rio. A aeronave move-se verticalmente ao longo do rio, e é preciso atirar e fugir do ataque dos inimigos (navios, helicópteros e aviões inimigos). A velocidade do avião é regulada pelo jogador. Será preciso reabastecer o avião durante o jogo.
Frost Bite (1983) Activision – Reflexos
Um dos jogos de ação mais conhecidos e jogados do Atari 2600. Foi lançado em 1983 pela Activision. O jogador controlava um pequeno esquimó, e sua missão era coletar cerca de vinte pedaços de iceberg, que corriam num lago que ocupava cerca de metade do cenário do jogo, para montar um iglu, e assim não morrer de frio.
Megamania – Espacial
Um dos mais conhecidos jogos de tiro para o Atari 2600. Nele, o jogador controla uma nave que se move por toda a parte inferior da tela. No alto, diversos tipos de naves inimigas atiram e descem vagarosamente na direção da nave do jogador. Jogo para apenas 1 jogador.
Sea Quest – Aquático
Inimigos marinhos devem ser eliminados no mar.
Pitfall – Aventuras na selva
O primeiro jogo da série tornou-se um grande sucesso. O aventureiro, Pitfall Harry, é controlado pelo jogador. Ele deve percorrer uma floresta com vários perigos. A marca registrada do jogo era o grito de Tarzan ao atravessar lagoas segurando um cipó em busca de tesouros.
Pole Position (1983) Atari – Corrida
Jogo de video game lançado pela Atari para o console Atari 2600. Um dos jogos de corrida mais famosos de sua geração por causa de sua concepção gráfica e modo de jogo.
H.E.R.O – Plataforma
Foi um dos jogos mais populares. A qualidade gráfica do jogo era um dos destaques. No jogo, você é um herói que deve resgatar sobreviventes.
Keystone Kapers (1983) Activision – Plataformas
No jogo, você é o oficial inglês Kelly Keystone e tem que perseguir o fugitivo Harry Hooligan pelos 3 andares e terraço de uma loja de departamentos, antes que ele escape pela saída, no final do terraço.
Bobby Is Going Home – Aventuras na selva
Vídeo game lançado para o console Atari 2600.
Popeye – Plataformas
O personagem Popeye é controlado pelo jogador. Ele tem como missão pegar dezenas de objetos lançados do alto pela Olívia Palito. Entretanto, no caminho, o jogador tem de fugir do inimigo Brutus, e de objetos que passam pelo cenário.
Demon Attack – Espacial
Um dos mais populares jogos de Atari. O jogador controla uma pequena nave e deve enfrentar diversos demônios que aparecerão na tela para lhe matar. Pode ser jogado sozinho ou com dois jogadores.
Adventure – Castelos
Jogo de aventura criado em 1979 para o Atari 2600. É considerado o primeiro jogo de ação e aventura.
Burning Desire – Erótico
Um dos poucos jogos de ação erótico. Um homem, pendurado num helicóptero, tem que salvar uma mulher encurralada por labaredas. A armadilha é guardada por dois índios localizados na parte inferior da tela. O jogador tem que apagar a maior parte das chamas e não ser acertado, para depois resgatar a mulher pelo alto. Se conseguir, o jogador verá cerca de três segundos de animação erótica, antes de recomeçar o jogo novamente.
X-Man – Erótico
Não confundir com os famoso grupo de heróis mutantes dos quadrinhos e cinema! Na verdade, seguia a linha de Burning Desire, ou seja, de jogos eróticos. O jogador tinha que vencer um labirinto para conseguir chegar até uma mulher e ir aos finalmentes. Cada fase trazia uma "posição" diferente. Hilário, bizarro e clássico!
Decathlon – Esportes
Um dos mais populares jogos de esporte da geração Atari 2600. Eram 10 modalidades de esportes: 100 metros rasos, salto a distância, arremesso de peso, 110 metros com barreiras, lançamento do disco, lançamento de dardos, 400 metros rasos, salto com vara, salto em altura e prova dos 1500 metros rasos. Até quatro jogadores podiam competir diretamente no jogo.
Smurfs Rescue in Gargamel's Castle – Aventura
O Smurf deve conseguir completar o seu trajeto na floresta cheio de obstáculos.
Freeway – Reflexos
Uma galinha deve atravessar uma rodovia cheia de automóveis e de caminhões, com mais de seis pistas, em segurança.
Boxing (1981) Activision – Lutas
É preciso apertar o botão do joystick para acionar o comando de soco, e usar o bastão direcional para posicionar o lutador e fazer com que ele desfira o golpe usando o braço direito ou esquerdo. A cada soco certeiro no corpo do adversário, é contado um ponto de bonificação. Quem golpear mais vezes o oponente, em três minutos, vence.
Tennis (1981) Activision – Esportes
É preciso ser mais ágil que seu adversário e fazer mais pontos antes dele. Só assim você ganha a partida e avança no jogo.
Space Invaders
O jogador controla os movimentos da arma "Laser Base", um canhão laser que se movimenta na parte inferior da tela. Aliens organizados em linhas marcham em direção ao canhão na parte superior da tela. O objetivo do jogador é evitar que os aliens atinjam a parte inferior da tela.
Atlantis – Tiro
O jogador controla as últimas defesas da cidade de Atlântica Górgona contra os invasores. A cidade possui sete bases, que estão vulneráveis a ataques.
Missile Command – Tiro
Jogo que vinha de graça nos primeiros Atari vendidos por aqui, ou seja, para as crianças menos afortunadas era ficar jogando esse game até não aguentar mais, ou até ganhar outro de presente. No jogo, você deve defender as suas bases atirando nos mísseis que caem do céu.
Video Pinball – Pinball
Esse jogo vinha de graça em alguns consoles, assim como Missile Command. Uma versão primitiva de uma mesa de pinball onde os jogadores lutavam pelos maiores placares. Tinha um macete para controlar a bolinha, dando efeito, mas se demorasse muito travava a mesa.


Pong – primeiro video game lucrativo da história, apesar de não possuir gráficos espetaculares ou jogabilidade excelente. Foi criado na forma de um console ligado a um monitor movido a moedas.
Atari 2600 – vídeo game projetado por Jay Miner e lançado em 1977 nos Estados Unidos. Chegou ao Brasil em 1983 e se tornou um fenômeno de vendas no Brasil entre os anos de 1984 e 1986.
Atari 5200 – vídeo game lançado para substituir o Atari 2600. A maioria dos jogos do antigo Atari 2600 foram convertidos para a plataforma do Atari 5200 e não fizeram muito sucesso.
Atari 7800 – console de vídeo game lançado em junho de 1986. Criado para substituir o Atari 5200. Possuia um baixo acervo de jogos.
Atari Lynx – primeiro video game portátil a ter tela colorida, tendo sido lançado em 1989. Era muito caro na época (US$ 180), por causa do processador de 16 bits e sua tela de alta definição, que consumiam muita bateria. Não teve vida longa.
Atari Jaguar – console de video game lançado em 1993. Embora tenha sido promovido como primeiro console de 64 bits, o Jaguar foi um fracasso comercial, e levou a Atari a abandonar o mercado de consoles domésticos. No entanto, conquistou muitos fãs, que transformaram o vídeo game num console clássico.
Atari STAtari STE – Atari ST é um computador doméstico/pessoal lançado pela Atari Corporation em 1985 e que foi lançado comercialmente no início dos anos 1990.
Atari Portfolio – lançado em 1989, foi o primeiro palmtop compatível com o computador pessoal.
Outros videogames Atari: Atari Video Music, Atari XEGS, Atari 8-bit family, Atari MEGA ST, Atari Mega STE, Atari TT, Atari Falcon e Atari Transputer Workstation.
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