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terça-feira, 19 de setembro de 2017
Mágico e ex-apresentador Tio Tony morre em Porto Alegre
Um dos principais mágicos do Brasil, Paulo Roberto Martins, conhecido como Tio Tony, morreu nesta segunda-feira (18), em Porto Alegre. O artista deu entrada no Hospital Independência na sexta-feira passada (15) com fortes dores e, hoje, não resistiu a uma parada cardíaca. Nascido em Rio Grande, Martins mudou-se para a Capital no fim dos anos 1960. A alcunha de Tio Tony presta uma homenagem ao ator Tony Curtis, protagonista do filme Houdini, o homem miraculoso. Há 14 anos, o mágico trabalhava no Salão mágico do Tio Tony, localizado na rua Dona Alzira, zona Norte de Porto Alegre, onde são realizados aniversários infantis. Tony apresentou programas infantis na década de 1980, como Carrossel Bandeirantes, Tio Tony e Mundo mágico do Tio Tony.
domingo, 20 de agosto de 2017
Jerry Lewis morre aos 91 anos
Ator foi um dos maiores comediantes de todos os tempos. O 'rei da comédia' se imortalizou no papel de 'O Professor Aloprado' e nas apresentações ao lado de Dean Martin.
O ator e comediante Jerry Lewis morreu aos 91 anos neste domingo (20). Conhecido como "Rei da Comédia", ele é
um dos maiores comediantes de todos os tempos.
um dos maiores comediantes de todos os tempos.
O agente do ator confirmou que Lewis morreu nesta manhã em sua casa em Las Vegas, no estado
norte-americano de Nevada. Entre junho e agosto deste ano, ele ficou hospitalizado para tratar de uma infecção urinária.
Ainda não há informação sobre o que levou à morte do comediante.
norte-americano de Nevada. Entre junho e agosto deste ano, ele ficou hospitalizado para tratar de uma infecção urinária.
Ainda não há informação sobre o que levou à morte do comediante.
A última apresentação de Lewis nos palcos ocorreu no hotel South Point, em Las Vegas, em outubro do ano passado.
Além de influenciar uma geração inteira de comediantes e ser um ícone do riso, Jerry também conduziu
causas humanitárias, como seu programa beneficiente anual do Dia do Trabalho para a Associação de
Distrofia Muscular, que ele começou a apresentar em 1952. A aposentadoria do evento só veio em 2011.
Por seu trabalho nessa área, Lewis chegou
a figurar na lista dos candidatos a recebe o Nobel da Paz em 1977.
causas humanitárias, como seu programa beneficiente anual do Dia do Trabalho para a Associação de
Distrofia Muscular, que ele começou a apresentar em 1952. A aposentadoria do evento só veio em 2011.
Por seu trabalho nessa área, Lewis chegou
a figurar na lista dos candidatos a recebe o Nobel da Paz em 1977.
quinta-feira, 17 de agosto de 2017
Morre aos 78 anos o ator Paulo Silvino, que lutava contra um câncer
Humorista estreou na TV Globo em 1966; ele morreu em casa, no Rio de Janeiro.
Morreu, na manhã desta quinta-feira (17), aos 78 anos, o ator Paulo Silvino vítima de câncer no estômago. Segundo a Central Globo de Comunicação, o humorista morreu em casa, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, no início da manhã. Em redes sociais, o filho mais novo do ator, João Paulo Silvino, lamentou a morte do pai. "Que Deus te receba de braços abertos meu pai amado".
Segundo a família, Silvino chegou a ser submetido a uma cirurgia no ano passado, mas o câncer se espalhou e a opção da família foi que ele fizesse o tratamento em casa.
Silvino cresceu nas coxias do teatro e nos bastidores da rádio. Isso porque seu pai, o comediante Silvério Silvino Neto, conhecido por realizar paródias de figuras públicas no Brasil dos anos 1940 e 1950, levava o menino para acompanhar seu trabalho. Paulo Silvino também mostrava talento para a música, revelado durante as aulas que tinha com a mãe, a pianista e professora Noêmia Campos Silvino.
"Eu nasci nisso. Com seis, sete anos de idade, frequentava os teatros de revista nos quais o papai participava. Ele contracenava com pessoas que vieram a ser meus colegas depois, como o Costinha, a Dercy Gonçalves".
sexta-feira, 4 de agosto de 2017
Luiz Melodia morre aos 66 anos no Rio de Janeiro
Morreu na manhã desta sexta-feira (4) o cantor e compositor Luiz Melodia. Aos 66 anos, o músico carioca lutava contra um câncer derivado de um mieloma múltiplo, tipo de doença autoimune. O tratamento começou em julho do ano passado, mas em março deste ano Melodia precisou ser internado no Hospital Quinta D'Or, no Rio de Janeiro.
(Foto: Divulgação)
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Na época, a assessoria do artista informou que o tratamento de quimioterapia feito no hospital "resultou em uma baixa glicemia e acidez sanguínea". "Por esse motivo ele se encontra internado no CTI. Luiz permanecerá internado para que as sessões de quimioterapia sejam realizadas com maior segurança e na sequência fará um autotransplante de medula, que é o único tratamento com resultado efetivo", dizia o comunicado. Em maio, ele foi submetido ao transplante e no fim de junho pôde voltar para casa. A recuperação do artista vinha se dando de forma progressiva, segundo amigos e familiares.
Afastado dos palcos desde então, Melodia ainda viveu outro drama enquanto esteve internado. Sua casa no Rio de Janeiro foi assaltada em maio, no mesmo dia da realização do transplante. Quatro bandidos renderam o filho dele e um amigo e ainda levaram parte do acervo do artista.
Em entrevista ao jornal Extra na época, a esposa do músico, Jane Reis, se mostrou desolada com a perda. "Tinha tudo nesse computador. Os 40 anos de carreira de Luiz Melodia estavam inteiros lá: a biografia em inglês, todos os releases, do “Pérola Negra” até hoje, parte da passagem dele pela Europa, além de toda a discografia e de todas as músicas. O acervo inteiro se perdeu. Acho que vai dar para recuperar, mas vai ser um inferno. Prefiro nem ficar tão irritada agora, por conta da situação médica do meu marido", contou.
O último trabalho do cantor, Zerima, foi lançado em 2014 e apresentado em Salvador em janeiro de 2015. Na época, Melodia foi nomeado cidadão soteropolitano, e já tinha quase três anos sem fazer shows na capital baiana.
O disco foi o primeiro de inéditas do cantor, em 13 anos. Mas também trazia regravações de grandes clássicos, como Maracangalha, de Dorival Caymmi. Outra música que remete à Bahia, estado com o qual Melodia sempre manteve proximidade, é Moça Bonita, composta por Jane Reis, mulher de Melodia, com sua batida de sambas de roda do Recôncavo.
sexta-feira, 19 de maio de 2017
Kid Vinil morre aos 62 anos
Cantor e produtor musical foi fundamental para história do rock nacional
O cantor e produtor Kid Vinil morreu na tarde desta sexta-feira, 19, aos 62 anos, em São Paulo. Importantíssimo para a construção do rock nacional, Antônio Carlos Senefonte, nome de batismo do artista, iniciou sua carreira com o grupo Verminose, um dos pioneiros do pós-punk no País. Pouco tempo depois, a banda se transformou no Magazine. No início dos anos 80, o grupo alcançou sucesso nacional com os hits Sou Boy e Tic-Tic Nervoso.
Em 2015, Kid ganhou a biografia Um Herói do Brasil, escrita pelo jornalista Ricardo Gozzi e pelo músico Duca Belintani. Nas redes sociais, artistas e amigos lamentaram a notícia: "Meu professor, descanse em paz", escreveu João Gordo. "Amigos, acabei de receber a mais triste notícia de que meu amigo e professor Kid Vinil faleceu hoje a tarde. Muita tristeza!", disse Luiz Thunderbird no Twitter.
Kid estava em coma induzido desde o dia 15 de abril, quando passou mal logo depois de uma apresentação em Conselheiro Lafaiate, região central de Minas Gerais. Ele era uma das atrações da Festa Retrô, no Clube Dom Pedro II.
Poucos dias depois, em estado grave, foi transferido para o Hospital da Luz, na Vila Mariana, em São Paulo, graças a uma campanha para arrecadar R$ 15 mil para o traslado.
domingo, 23 de abril de 2017
Morre aos 70 anos no Rio, Jerry Adriani
Ídolo da Jovem Guarda, cantor estava internado no Rio. Em tratamento contra o câncer, ele também havia sido internado recentemente após sofrer uma trombose. O cantor Jerry Adriani, ídolo da Jovem Guarda, morreu às 15h30 deste domingo (23), aos 70 anos, no Rio. Ele enfrentava um câncer e estava internado no Hospital Vitória, na Barra da Tijuca, Zona Oeste. Recentemente, Jerry Adraini havia sofrido uma trombose em uma das pernas. O corpo do cantor será velado no Cemitério Francisco Xavier, no Caju, Zona Portuária do Rio, na manhã desta segunda-feira. O enterro será às 17h, no mesmo cemitério. Ícone da Jovem Guarda, Jair Alves de Souza nasceu em 29 do janeiro de 1947, no bairro do Brás, em São Paulo. Adotou o nome artístico de Jerry Adriani quando começou sua carreira como cantor, em 1964. O primeiro disco foi "Italianíssimo", quando cantava músicas em italiano, algo que seguiu fazendo em toda a carreira.
segunda-feira, 27 de junho de 2016
Bud Spencer, ator da dupla com Terence Hill, morre aos 86 anos
Ator italiano ficou conhecido por filmes como 'Dois Tiras Fora de Ordem'.
'Sua última palavra foi obrigado', diz filho do artista em comunicado.
O ator Bud Spencer, conhecido pelos filmes de pancadaria com Terence Hill, morreu nesta segunda-feira (27) em Roma, na Itália, aos 86 anos, informa a imprensa italiana, que cita um comunicado do filho do artista: "Papai se foi pacificamente, às 18h15. Ele não sofreu, estávamos todos ao seu lado e sua última palavra foi 'obrigado'".
Spencer ficou conhecido por sua atuação em filmes como o western spaghetti (velho oeste produzido na Itália) "Chamam-me Trinity" (1970) e "Dois tiras fora de ordem" (1977), em uma longa parceria com o amigo Terence Hill.
segunda-feira, 23 de maio de 2016
Ex-baterista do Megadeth, Nick Menza morre aos 51 anos
Menza sofreu um ataque cardíaco durante a apresentação de sua atual banda, OHM, na noite deste sábado, em Los Angeles, nos EUA.
O ex-baterista do Megadeth, Nick Menza, morreu na noite deste sábado, aos 51 anos, durante uma apresentação da sua banda, OHM, em Los Angeles, Califórnia, no Estados Unidos. De acordo com o biógrafo e amigo, J. Marshall Craig, Menza sofreu um ataque cardíaco e teve de ser socorrido, mas já chegou morto ao local.
Natural de Munique, na Alemanhã, o músico entrou para o Megadeth em 1989 e foi o titular da bateria por quatro álbuns da banda antes de deixar o grupo, em 1998. Participou de "Rust in Peace" (1990), "Countdown to Extinction" (1992), "Youthanasia" (1994) e "Cryptic Writings" (1997), discos que estão entre os mais aclamados pels fãs.
Menza também fez parte de três álbuns solo do guitarrista Marty Friedman, que era da formação clássica do Megadeth: "Scenes", "Introduction" e "True Obsessions".
sábado, 29 de agosto de 2015
Morre aos 61 anos a radialista gaúcha Mary Mezzari
Mary foi vítima de um ataque cardíaco fulminante na madrugada deste sábado.
A radialista Mary Mezzari morreu na madrugada deste sábado, em Porto Alegre. Conhecida voz da Rádio Ipanema FM, Mary foi vítima de um ataque cardíaco fulminante. O velório ocorrerá a partir das 20h deste sábado na Capela A do cemitério Jardim da Paz, na Capital. No domingo, o enterro ocorre a partir das 17h.
Mary Beatriz Silva Mezzari, nascida em 12 de setembro de 1953, atuou como jornalista, radialista e atriz durante toda sua trajetória profissional, que incluiu passagens por veículos como Zero Hora, Rádio Gaúcha, Rádio Cultura e a Rádio Bandeirantes, que depois foi rebatizada de Ipanema, e participação em peças de teatro e curtas-metragens.
A radialista ficou conhecida do público justamente em sua carreira na Ipanema. Começou a trabalhar lá a convite do jornalista Nilton Fernando, no início dos anos 1980, quando ele era diretor de programação, na sede da rádio Bandeirantes na José Bonifácio. "Excelente redatora vinda de Zero Hora e uma das mais belas vozes do rádio", nas palavras de Nilton, Mary relutou no início em ser locutora cobrindo férias do jornalista Mauro Borba, mas Nilton a convenceu de que vozes de "pessoas normais falando na rádio", algo inédito na época, seriam algo interessante.
– O timbre de voz que ela tinha era incrível. Aquela voz rouca, aveludada, emotiva. Mary foi uma uma das mais completas profissionais que conheci – afirma Nilton.
Diretor de jornalismo do Grupo RBS, o jornalista Marcelo Rech trabalhou com Mary na década de 1980 e 1990 na Rádio Gaúcha e em Zero Hora, onde ela atuou principalmente em funções de sub-editora de capa e como redatora de páginas como Informe Especial e a contracapa diária do jornal.
– Era apaixonada por jornalismo e por rádio. Uma profissional muito divertida, para cima e alegre – recorda Rech.
Bob Bales, que comandava o programa de auditório Bob Pop Show e que trabalhou na Ipanema em 1993, foi produtor do programa Prato Feito, comandando por Mary.
– Foi um dos primeiros programas da FM no horário do meio-dia. Ela entrevistava atores e personalidades do meio cultural do Estado. Era referência na área – conta Bob.
Como atriz, Mary atuou em alguns curtas gaúchos e também na peça de teatroMemory Motel, inspirada em textos de Charles Bukowski.
Radar musical desde a infância
Irmão de Mary, o jornalista Sílvio Mezzari lembra que o gosto musical vem desde a infância:
— A brincadeira que ela mais gostava era imitar os Beatles. Ela sempre foi muito fã e muito bem informada sobre a música. Tinha seus ídolos e vivia com as paredes cheias de pôsteres — afirma.
Segundo o familiar, o período da ditadura foi uma época em que Mary demonstrou entusiasmo em defender a democracia. Anos mais tarde, chegou a se filiar no Partido dos Trabalhadores e no PCdoB (em 2010).
Entre as marcas de sua personalidade, o irmão destaca o fato de ser fiel aos amigos e as suas próprias posições:
— Ela perdia o amigo ou emprego mas não perdia a piada. Não era pessoa de "deixar para lá" — diz.
A radialista Kátia Suman, que dividiu microfones com Mary em diversas ocasiões, caracteriza como "memoráveis" os diálogos que teve com ela. Para Kátia, ela foi fundamental para a história da rádio
— A Mary era ao mesmo tempo engraçada, cri-cri, amorosa e explosiva. Complexa e contraditória como todo mundo. Tinha um senso de humor muito peculiar, era rápida e perspicaz. O seu texto era perfeito para rádio, direto, objetivo, sem firulas. E com uma dose extra de ironia.
Mary não deixa filhos. Ela vivia no bairro Petrópolis, onde faleceu na manhã deste sábado.
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